O dia hoje já foi melhor, colocando as coisas em perspectiva. Consegui consertar uma biiiig falha no trabalho (não erro com cliente, mais uma mancada com o chefe mesmo), e também fiz um agrado pra minha mãe. Como ela disse que não precisava de nada para o dia das Mães, comprei pra ela um monte de coisinhas que a gente nunca compra, mas que sempre são úteis: um caderno e lápis bacana, uma xícara bonitinha, uma agenda telefônica... e dois DVDs do Roberto Carlos, de que ela é fã. Espero que seja um incentivo para que ela use o aparelho, que eu dei no ano passado de presente e ela usou muito pouco.
Fiquei preocupado com a Camila no meio do dia, quando mandou uma mensagem de que tinha perdido o celular extra da Claro que eu cedi para ela, mas felizmente ela encontrou. Como eu pretendo entregar pra ela o Samsung que ficou sem usar aqui em casa, mas ele está bloqueado, isso iria melar a intenção do nosso encontro no sábado, e aí é toda uma romaria até conseguir remarcar. Felizmente esse encontro e essas correrias no trabalho ajudaram a tirar um pouco minha cabeça da possível rejeição ou desinteresse do meu... er... bom, melhor não definir ainda. Como amanhã é sexta, e propus de ele me encontrar no fim de semana, sem estresse de voltar pra casa antes que os ônibus e metrô parem de circular, espero que haja manifestações e eu não fique no vácuo... Esse negócio de arriscar e pagar pra ver nunca foi comigo, mas cada vez me vejo mais obrigado a isso.
Ah, e amanhã cedo eu também tenho mais uma entrevista. É nisso que dá, agir no impulso. Agora tenho que bancar o cacife e ver o que o destino coloca à minha porta. E que venha o melhor, que aconteça o melhor, e para o Bem comum.
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5 de maio de 2011
1 de maio de 2011
Colocando a casa em ordem
Daí que estamos em maio, e mais uma vez me vejo às voltas com o desejo de criar novos hábitos, agitar as coisas, romper os padrões... e ao mesmo tempo alimentando todos as manias e tudo aquilo que eu planejo mudar, como nos velhos tempos. Por que isso, essa insatisfação eterna, e esse medo eterno do novo, têm de andar de mãos dadas?
Tanta coisa aconteceu neste pouco mais de um mês que eu fiquei sem postar aqui... e ao mesmo tempo fico com a impressão de que estou sempre escrevendo o mesmo texto. Neste exato momento, depois de um domingo inteiro sem fazer nada (exceto ler e navegar na Internet) estou verificando minhas finanças, e descubro que todas as minhas prestações acabam em junho. Exceto pelo iPad, que vai até o fim do ano, claro. Não é possível que eu não consiga colocar as coisas em ordem até lá. Gosto tanto de me imaginar mais perseverante e mais capaz do que os outros, eu simplesmente tenho de conseguir! Vou fazer desse meu objetivo primordial neste mês de maio. É hora de colocar a casa em ordem, em mais de um aspecto!
Tanta coisa aconteceu neste pouco mais de um mês que eu fiquei sem postar aqui... e ao mesmo tempo fico com a impressão de que estou sempre escrevendo o mesmo texto. Neste exato momento, depois de um domingo inteiro sem fazer nada (exceto ler e navegar na Internet) estou verificando minhas finanças, e descubro que todas as minhas prestações acabam em junho. Exceto pelo iPad, que vai até o fim do ano, claro. Não é possível que eu não consiga colocar as coisas em ordem até lá. Gosto tanto de me imaginar mais perseverante e mais capaz do que os outros, eu simplesmente tenho de conseguir! Vou fazer desse meu objetivo primordial neste mês de maio. É hora de colocar a casa em ordem, em mais de um aspecto!
5 de fevereiro de 2011
Projeto Fevereiro
Me propus um projeto /desafio agora em fevereiro: colocar meus gastos em ordem. Uma coisa radical: levar marmita o maior número de dias possível, e resistir o quanto puder a passar o cartão de crédito. Pode parecer banal, mas o fato é que ao longo do tempo fiquei dependente demais dessa recompensa imediata que comprar alguma coisa traz. Como se fosse a solução para uma resposta invertida no trabalho ou a esnobada de um cara bonito na rua ou na academia. Uma que isso não estava tendo a mesma eficácia do que antes, e outra que estou farto de ter um treco cada vez que tenho de fazer malabarismos com as faturas dos cartões.
Não é possível eu ficar me perguntando todo mês como é que eu sou o que melhor ganha na minha família, e não consiga guardar nada. Então, por isso o desafio. Apertar o cinto, pisar no freio, e reavaliar minha relação com o dinheiro e os meus gastos. Não foi muito fácil nesses primeiros dias do mês, e pensar que ainda faltam 4 semanas até o próximo pagamento chega a desanimar, mas nada de esmorecer.
Acho que a situação no trabalho, com tantos eventos pra acontecer este mês, vai ajudar um pouco a focar nisso, ou pelo menos é o que espero. Daí posso até cogitar uma viagenzinha nas férias. Sonhar não custa nada - ainda!
Não é possível eu ficar me perguntando todo mês como é que eu sou o que melhor ganha na minha família, e não consiga guardar nada. Então, por isso o desafio. Apertar o cinto, pisar no freio, e reavaliar minha relação com o dinheiro e os meus gastos. Não foi muito fácil nesses primeiros dias do mês, e pensar que ainda faltam 4 semanas até o próximo pagamento chega a desanimar, mas nada de esmorecer.
Acho que a situação no trabalho, com tantos eventos pra acontecer este mês, vai ajudar um pouco a focar nisso, ou pelo menos é o que espero. Daí posso até cogitar uma viagenzinha nas férias. Sonhar não custa nada - ainda!
25 de dezembro de 2010
Um rápido olhar pelo retrovisor - parte1
E então chegou e passou o Natal, agora é a última semana do ano, de recesso no trabalho, descanso, planejamento e refletir sobre tudo o que passou e o que dá para melhorar... e depois começar tudo de novo. Mas não posso mesmo dizer que 2010 foi ruim, embora tenha tido muita coisa inesperada. Aliás, lidar com o inesperado de maneira menos ansiosa e preocupada já foi um diferencial. Nem sempre bem sucedido, é verdade, mas ainda assim, válido. Como eu tinha dado um tempo no blog no primeiro semestre, vai ser um pouco difícil relembrar esse período, mas dá pra puxar pela memória os principais pontos. Simbora!
O ano no trabalho se iniciou com a saída de um dos assessores do escritório, momento em que eu assumi uma conta que ele atendia há 5 anos. Também entrou uma estagiária no lugar dele, e tive a gratificante experiência de transmitir um pouco do que aprendi desde que me formei e como eu acho que as coisas devem ser feitas. Essa tônica continuou até o meio do ano, com uma certa ênfase do meu chefe em querer que eu assumisse uma coordenação sem uma declaração oficial da parte dele. Com a saída de outra assessora em setembro isso ficou mais evidente. A equipe se expandiu, e depois se contraiu: tive de passar pela saia justa de mandar um estagiário embora. Não que não fosse justo, afinal ele marcou muita bobeira, mas ainda assim foi difícil passar por essa conversa. Ainda mais que eu sempre procurei evitar conflitos.
Agora nos últimos três meses, a velocidade dos acontecimentos foi estonteante. Saída de clientes e a chegada de outros foi o que mais marcou. Muitos momentos de vitórias também, em que eu soube aproveitar a oportunidade do momento. Claro que nem tudo é perfeito, tenho essa mania de acreditar na propaganda dos outros, que só mostram os bons acontecimentos e escondem os ruins do trabalho. Momentos de desatenção e desânimo, sobretudo. Mas acho que é contornável, se eu souber ser menos crítico e confiar que os resultados que eu já apresentei, a reputação que eu construí nestes três últimos anos não é nada para se desprezar.
Paralelo a isso, o plano material também esteve bem satisfatório, apesar de minhas contas ameaçarem sair do controle algumas vezes no ano. No geral, mantive uma estabilidade, mas os projetos grandiosos para 2011 me levam a pensar melhor em minhas finanças, para poder realizar alguns sonhos de longa data, que fatalmente exigirão um capital maior e um controle maior dos impulsos também. Se os últimos dias foram alguma indicação, será algo perfeitamente possível, visto que o impulso por gastar esteve no nível mais baixo de que consigo me lembrar, apesar de livre de amarras. Será finalmente a maturidade e a cautela batendo à porta? Serão benvindas, é claro, mas prefiro ver para crer....
Agora nos últimos três meses, a velocidade dos acontecimentos foi estonteante. Saída de clientes e a chegada de outros foi o que mais marcou. Muitos momentos de vitórias também, em que eu soube aproveitar a oportunidade do momento. Claro que nem tudo é perfeito, tenho essa mania de acreditar na propaganda dos outros, que só mostram os bons acontecimentos e escondem os ruins do trabalho. Momentos de desatenção e desânimo, sobretudo. Mas acho que é contornável, se eu souber ser menos crítico e confiar que os resultados que eu já apresentei, a reputação que eu construí nestes três últimos anos não é nada para se desprezar.
Paralelo a isso, o plano material também esteve bem satisfatório, apesar de minhas contas ameaçarem sair do controle algumas vezes no ano. No geral, mantive uma estabilidade, mas os projetos grandiosos para 2011 me levam a pensar melhor em minhas finanças, para poder realizar alguns sonhos de longa data, que fatalmente exigirão um capital maior e um controle maior dos impulsos também. Se os últimos dias foram alguma indicação, será algo perfeitamente possível, visto que o impulso por gastar esteve no nível mais baixo de que consigo me lembrar, apesar de livre de amarras. Será finalmente a maturidade e a cautela batendo à porta? Serão benvindas, é claro, mas prefiro ver para crer....
20 de agosto de 2010
Na Beirada
Tem semana que são difíceis, mas esta foi particularmente espinhosa. Matar um leão por dia é algo a que se acostuma no meu trabalho, mas às vezes é cansativo e não dá pra deixar de pensar se o esforço vale a pena. Se for pelo lado da evolução profissional, das habilidades desenvolvidas, e até mesmo da escalada de postos e da remuneração hoje à altura do trabalho empreendido, vale sim, claro. Mas... para quê? Com que objetivo? Alimentar um consumismo tão sem sentido quanto qualquer outra válvula de escape que se encontra pra afastar o desespero? E ainda assim, algumas pessoas ficam se apegando a detalhes tão bestas, tão mesquinhos... Só pode ser pra manter o tédio em xeque.
Ando meio de mal com a raça humana. Nunca fui de sutilezas, subterfúgios ou joguinhos. Nunca gostei de tons de cinza. Porque as pessoas não podem ser diretas? Ou você gosta de alguém, e quer essa pessoa por perto, parte de sua vida, ou não se gosta de alguém, e não se quer essa pessoa como parte de nada. Simples, rápido e indolor. Bom, talvez não indolor, mas pelo menos mais honesto, mais possível de se enfrentar e superar as coisas ruins e valorizar as boas.
Que raio de convenção ou trava ou adestramento diz que não podemos ser sinceros com nossos sentimentos e nas relações pessoais? Em nome somente do ego mantemos as pessoas por perto, para alimentar a vaidade de nos sentirmos desejados, e necessários? Isso me consome demais, e cada vez mais. Uma equação que eu não consigo resolver, por mais que gaste neurônios pensando nisso. E também não consigo desligar essa corrente de pensamento. Como faz?
Ando meio de mal com a raça humana. Nunca fui de sutilezas, subterfúgios ou joguinhos. Nunca gostei de tons de cinza. Porque as pessoas não podem ser diretas? Ou você gosta de alguém, e quer essa pessoa por perto, parte de sua vida, ou não se gosta de alguém, e não se quer essa pessoa como parte de nada. Simples, rápido e indolor. Bom, talvez não indolor, mas pelo menos mais honesto, mais possível de se enfrentar e superar as coisas ruins e valorizar as boas.
Que raio de convenção ou trava ou adestramento diz que não podemos ser sinceros com nossos sentimentos e nas relações pessoais? Em nome somente do ego mantemos as pessoas por perto, para alimentar a vaidade de nos sentirmos desejados, e necessários? Isso me consome demais, e cada vez mais. Uma equação que eu não consigo resolver, por mais que gaste neurônios pensando nisso. E também não consigo desligar essa corrente de pensamento. Como faz?
2 de agosto de 2010
Um bloqueado, um não-liberado
Daí que, no afã de resolver os meus problemas bancários recorrentes, resolvi mudar minha conta de agência, do Brooklin (olha ele aí de novo!) pro Itaim, onde trabalho agora. Só que esqueceram de avisar que OS DOIS cartões ficam bloqueados até completarem a mudança, em 5 DIAS ÚTEIS! Resultado: estou com minha conta paralisadinha da silva, hoje tive que me contentar em comer só o almoço e olhe lá. Isso porque eu levei comida de casa. Por um lado foi bom, porque mantive meu controle sem exagerar na última semana que vem, coisa que sempre me pega. E vou poder colocar ainda mais nos trilhos minha conta e começar a pensar grande. Mas que é um transtorno, é.
Ontem mesmo no shopping, minha mãe esqueceu de levar os cartões dela (isso se não tirou da bolsa de propósito também pra controlar os gastos), e com aquele frio que saiu não se sabe de onde, resolvi comprar uma blusa bonitinha que vi na loja. Mas quem diz que a loja aceitava cheque? Daí que meu cartão não passou, porque está vinculado à conta. Voltei congelando. Fim :-)
Benefício indireto mesmo foi o frio ter servido pra acabar com o churraishco dus vizinhu mais cedo, quando chegamos aqui (eu roxo de frio), já estava tudo na mais santa paz. Amém!
Ontem mesmo no shopping, minha mãe esqueceu de levar os cartões dela (isso se não tirou da bolsa de propósito também pra controlar os gastos), e com aquele frio que saiu não se sabe de onde, resolvi comprar uma blusa bonitinha que vi na loja. Mas quem diz que a loja aceitava cheque? Daí que meu cartão não passou, porque está vinculado à conta. Voltei congelando. Fim :-)
Benefício indireto mesmo foi o frio ter servido pra acabar com o churraishco dus vizinhu mais cedo, quando chegamos aqui (eu roxo de frio), já estava tudo na mais santa paz. Amém!
17 de outubro de 2009
A semana de volta ao trabalho até que foi bem agitada, então vou registrar de maneira resumida, se achar que alguma coisa vale um segundo texto, volto ao assunto.
- No domingo fui com uns amigos na Erotika Fair. Fomos conferir, ver se estava tão legal quanto no ano passado, uma vez que perdemos a edição do primeiro semestre e era a primeira vez que resolviam fazer duas no mesmo ano. Que fiasco! Se tinha 15 estandes no total era muito, coisas de sex shop para ver simplesmente não estavam à venda. A única coisa remotamente incomum era o cara que pinta com o pinto, e, sinceramente, tava dando mais aflição do que qualquer outra coisa. Depois, mais micos. Eu tinha sugerido de ir num restaurante de frutos do mar no Tatuapé, e quando chegamos lá o lugar não aceitava nenhum tipo de cartão. O velhinho (acho que o dono) teve a pachorra de sugerir que fôssemos até o caixa eletrônico a alguns metros. Saímos de lá correndo e fomos a um mexicano na mesma rua, uns bons quarteirões mais para baixo, o Don Miguel. Excelente comida, e o ambiente muito agradável. Vale a pena. De resto, conversa boa, muitas risadas volta tranquila, e por sorte nada demorada. Curti muito.
- Segunda foi o feriado, fiquei em casa com a família descansando e me preparando para a volta ao trabalho. Até fiquei um pouquinho tenso. Mas a terça-feira foi bem sussa. Comprei os remédios que minha mãe precisava, comprei a Junior deste mês, mandei fazer o clareador para o peeling, peguei a Coca-Cola nossa de cada dia, e fui pro escritório. Felizmente meu chefe está de férias até esta segunda também, então cobrança beem menor. Tive que colocar as coisas em ordem, claro, mas depois de duas semanas recarregando a bateria deu pra tirar de letra. Aliás, uma das lições que estou tentando incorporar de vez no meu repertório é não levar as coisas pequenas tão a sério. E não me deixar afetar por pessoas que gostam de fazer essas tempestades em copo d´água, principalmente.
- Quarta eu fui buscar um eletrocardioagrama da minha mãe em Santana, antes de ir pro escritório. Aproveitei pra me adaptar mais um pouquinho ao boné, acho que vou acabar gostando desse acessório. Depois comi um misto quente que tava passando vontade há tempos, e acabei chegando no mesmo horário no trabalho? Nem acreditei. Acho que vou ver apartamento por lá mesmo para mudarmos, porque eu cheguei em 20 minutos, e no mesmo horário em que eu tenho que sair quase duas horas daqui pra chegar lá!! Posso chorar agora, não?!
- Quinta eu fui conhecer uma sex shop. Fiquei frustrado por não ter conseguido nada decente na feira. Decente, sex shop, pegou? Acho que, como qualquer novato, estava esperando um ambiente de clandestinidade, como quando fui conhecer uma sauna. Que nada. Uma loja normal, com vários clientes, todos apenas interessados em fazer suas compras e seguir com a vida. Sim, saí de lá com um brinquedinho. Não, não vou contar o que é.
- Sexta também foi um dia tranquilo no trabalho. Meu cunhado ia tocar num barzinho à noite, mas eu ainda não tô a fim de curtir balada por causa do peeling. Eu ia ter retorno na dermato só no sábado, mas aí eu ligo na clínica pra confirmar o horário de atendimento (não precisa marcar, é só uma passada pra ela ver o andamento das coisas) e a atendente ignorante me diz que não tem esteticista no sábado, só ginecologia. Eu quase mandei ela praquele lugar, já achando que estava fazendo piadinha. Acabei saindo do escritório às 16hs, peguei um ônibus infernal de tão cheio, e demorei 2 horas! pra chegar do Itaim Bibi na Vila Nova Cachoeirinha. Chego lá às 18h em ponto, quase horário da médica ir embora... e ela me leva pra me atender na sala da ginecologia. A estúpida da atendente esqueceu de me dizer que a dermatologista também é ginecologista e endocrinologista! Que ódio. Podia ter ido sossegado no sábado. Enfim, acabei passando antes do que esperava. E está tudo evoluindo como o esperado, ainda bem!
- Este sábado foi tranquilo. Apenas saí com a minha mãe pra dar uma volta, olhar uns móveis na Penha, e na volta fui pra tosa. Isso porque tenho reuniões durante a semana, e minha juba já estava grande demais. Depois quase queimei as instalações elétricas da casa pra trocar as tomadas da sala, mas amanhã cedo vejo termino isso com mais calma. Ia a uma feira de quadrinhos, a FestComix, que está acontecendo lá perto da Paulista, mas com um amigo indo a um casamento, outro se sentindo um pouco mal, e essa chuva maluca de São Paulo, considerei um sinal do universo para ir amanhã. Isso depois de ir à feira, trocar a mangueira da máquina de lavar, limpar a confusão que deixei nas tomadas da sala...
E vamo que vamo!
- No domingo fui com uns amigos na Erotika Fair. Fomos conferir, ver se estava tão legal quanto no ano passado, uma vez que perdemos a edição do primeiro semestre e era a primeira vez que resolviam fazer duas no mesmo ano. Que fiasco! Se tinha 15 estandes no total era muito, coisas de sex shop para ver simplesmente não estavam à venda. A única coisa remotamente incomum era o cara que pinta com o pinto, e, sinceramente, tava dando mais aflição do que qualquer outra coisa. Depois, mais micos. Eu tinha sugerido de ir num restaurante de frutos do mar no Tatuapé, e quando chegamos lá o lugar não aceitava nenhum tipo de cartão. O velhinho (acho que o dono) teve a pachorra de sugerir que fôssemos até o caixa eletrônico a alguns metros. Saímos de lá correndo e fomos a um mexicano na mesma rua, uns bons quarteirões mais para baixo, o Don Miguel. Excelente comida, e o ambiente muito agradável. Vale a pena. De resto, conversa boa, muitas risadas volta tranquila, e por sorte nada demorada. Curti muito.
- Segunda foi o feriado, fiquei em casa com a família descansando e me preparando para a volta ao trabalho. Até fiquei um pouquinho tenso. Mas a terça-feira foi bem sussa. Comprei os remédios que minha mãe precisava, comprei a Junior deste mês, mandei fazer o clareador para o peeling, peguei a Coca-Cola nossa de cada dia, e fui pro escritório. Felizmente meu chefe está de férias até esta segunda também, então cobrança beem menor. Tive que colocar as coisas em ordem, claro, mas depois de duas semanas recarregando a bateria deu pra tirar de letra. Aliás, uma das lições que estou tentando incorporar de vez no meu repertório é não levar as coisas pequenas tão a sério. E não me deixar afetar por pessoas que gostam de fazer essas tempestades em copo d´água, principalmente.
- Quarta eu fui buscar um eletrocardioagrama da minha mãe em Santana, antes de ir pro escritório. Aproveitei pra me adaptar mais um pouquinho ao boné, acho que vou acabar gostando desse acessório. Depois comi um misto quente que tava passando vontade há tempos, e acabei chegando no mesmo horário no trabalho? Nem acreditei. Acho que vou ver apartamento por lá mesmo para mudarmos, porque eu cheguei em 20 minutos, e no mesmo horário em que eu tenho que sair quase duas horas daqui pra chegar lá!! Posso chorar agora, não?!
- Quinta eu fui conhecer uma sex shop. Fiquei frustrado por não ter conseguido nada decente na feira. Decente, sex shop, pegou? Acho que, como qualquer novato, estava esperando um ambiente de clandestinidade, como quando fui conhecer uma sauna. Que nada. Uma loja normal, com vários clientes, todos apenas interessados em fazer suas compras e seguir com a vida. Sim, saí de lá com um brinquedinho. Não, não vou contar o que é.
- Sexta também foi um dia tranquilo no trabalho. Meu cunhado ia tocar num barzinho à noite, mas eu ainda não tô a fim de curtir balada por causa do peeling. Eu ia ter retorno na dermato só no sábado, mas aí eu ligo na clínica pra confirmar o horário de atendimento (não precisa marcar, é só uma passada pra ela ver o andamento das coisas) e a atendente ignorante me diz que não tem esteticista no sábado, só ginecologia. Eu quase mandei ela praquele lugar, já achando que estava fazendo piadinha. Acabei saindo do escritório às 16hs, peguei um ônibus infernal de tão cheio, e demorei 2 horas! pra chegar do Itaim Bibi na Vila Nova Cachoeirinha. Chego lá às 18h em ponto, quase horário da médica ir embora... e ela me leva pra me atender na sala da ginecologia. A estúpida da atendente esqueceu de me dizer que a dermatologista também é ginecologista e endocrinologista! Que ódio. Podia ter ido sossegado no sábado. Enfim, acabei passando antes do que esperava. E está tudo evoluindo como o esperado, ainda bem!
- Este sábado foi tranquilo. Apenas saí com a minha mãe pra dar uma volta, olhar uns móveis na Penha, e na volta fui pra tosa. Isso porque tenho reuniões durante a semana, e minha juba já estava grande demais. Depois quase queimei as instalações elétricas da casa pra trocar as tomadas da sala, mas amanhã cedo vejo termino isso com mais calma. Ia a uma feira de quadrinhos, a FestComix, que está acontecendo lá perto da Paulista, mas com um amigo indo a um casamento, outro se sentindo um pouco mal, e essa chuva maluca de São Paulo, considerei um sinal do universo para ir amanhã. Isso depois de ir à feira, trocar a mangueira da máquina de lavar, limpar a confusão que deixei nas tomadas da sala...
E vamo que vamo!
14 de setembro de 2009
Tenho tido muita vontade de postar esses dias, mas o impulso passa rápido. E não é nem a falta de assunto, muito pelo contrário, é assunto demais. Engraçado é que eu resolvo postar justo no começo de uma semana atribulada, em que é quase certo que vou ter que ficar até mais tarde todos os dias. History of my life...
Aliás, eu falei isso pra uma amiga do trabalho, a Roberta, tenho tido muito uma sensação ultimamente de que a minha vida anda em círculos, pro que conta realmente, sabe? Uma frustração com o lado pessoal das coisas. E não é que eu não reconheça que o lado profissional evoluiu, que o lado material também... Sou um eterno insatisfeito mesmo, fazer o quê? Mas pelo menos no aspecto material está bem legal. Aliás, este é o primeiro post que estou escrevendo no meu novo notebook, que comprei neste domingo. Lindo! E vai ser uma mão na roda para mim e minha família quando formos nos mudar. Se vamos nos mudar? Acho que sim, eventualmente. Agora com a minha irmã trabalhando como efetiva no hospital, e colocando as contas dela em ordem, podemos já cogitar a possibilidade de arrumar um apartamento ANTES e alugar a casa DEPOIS. Vamos ver o que rola.
Tem tantas coisas mais que quero escrever aqui, teve o aniversário da Camila, teve as peripécias amorosas dos meus amigos (que eu só vou escrever sobre se eles concordarem, claro!), minhas aventuras pelo reino dos exercícios... Vamos ver se eu retomo um pouco as coisas por aqui. De novo, hehehe...
Aliás, eu falei isso pra uma amiga do trabalho, a Roberta, tenho tido muito uma sensação ultimamente de que a minha vida anda em círculos, pro que conta realmente, sabe? Uma frustração com o lado pessoal das coisas. E não é que eu não reconheça que o lado profissional evoluiu, que o lado material também... Sou um eterno insatisfeito mesmo, fazer o quê? Mas pelo menos no aspecto material está bem legal. Aliás, este é o primeiro post que estou escrevendo no meu novo notebook, que comprei neste domingo. Lindo! E vai ser uma mão na roda para mim e minha família quando formos nos mudar. Se vamos nos mudar? Acho que sim, eventualmente. Agora com a minha irmã trabalhando como efetiva no hospital, e colocando as contas dela em ordem, podemos já cogitar a possibilidade de arrumar um apartamento ANTES e alugar a casa DEPOIS. Vamos ver o que rola.
Tem tantas coisas mais que quero escrever aqui, teve o aniversário da Camila, teve as peripécias amorosas dos meus amigos (que eu só vou escrever sobre se eles concordarem, claro!), minhas aventuras pelo reino dos exercícios... Vamos ver se eu retomo um pouco as coisas por aqui. De novo, hehehe...
4 de agosto de 2009
Hoje, depois de quarenta dias, chegou o meu tão aguardado retorno à dermatologista. Na verdade, eu já cheguei perguntando todas as minhas dúvidas, e a consulta foi mais produtiva do que a primeira, com certeza. Ficou um gosto de anticlímax, porque ela dobrou a dosagem de ácido retinoico e me mandou usar por mais 40 dias antes de passar com ela novamente. Nesse meio tempo eu posso buscar um tratamento estético, o já mítico peeling. Como tenho algumas reuniões importantes, e minha querida irmã arrumou de ser madrinha de casamento de uma amiga - tendo a mim como padrinho - no fim deste mês, vou acabar deixando para o feriado de setembro. Tudo bem, o universo conspira pra isso, não vou lutar contra. Mas não posso negar que uma partezinha de mim fica frustrada por não poder resolver que, até então, era simples.
Em paragens mais alegres, meu pagamento caiu sem maiores surpresas este mês, e já comecei a colocar as contas em ordem. Desta vez sentei com o resto do clã para discutirmos como fazer isso, e até agora temos conseguido colocar em prática, sem precisar apertar o cinto drasticamente como em outras épocas, o que é um grande feito.
Outro pequeno grande passo que eu dei hoje. Saí com o cartão de crédito da minha mãe porque teria de almoçar fora, mas não precisei utilizá-lo quando vi que o salário já estava liberado no banco. Em outros dias mais inconsequentes, teria gastado os tubos, como aliás aconteceu no mês passado. Desta vez passei pela Santa Ifigênia, pela Liberdade, pela Paulista - e nada! Nada de programas ou games pro PC, nada de Cloth Myths de R$300, nada de livros que ainda demorariam um mês para serem lidos. O cartão não saiu da mochila. Dizem que pra assimilar um hábito você precisa repetí-lo por mais ou menos 20 dias, ou três semanas, então um já foi. Será que consigo manter assim?
Em paragens mais alegres, meu pagamento caiu sem maiores surpresas este mês, e já comecei a colocar as contas em ordem. Desta vez sentei com o resto do clã para discutirmos como fazer isso, e até agora temos conseguido colocar em prática, sem precisar apertar o cinto drasticamente como em outras épocas, o que é um grande feito.
Outro pequeno grande passo que eu dei hoje. Saí com o cartão de crédito da minha mãe porque teria de almoçar fora, mas não precisei utilizá-lo quando vi que o salário já estava liberado no banco. Em outros dias mais inconsequentes, teria gastado os tubos, como aliás aconteceu no mês passado. Desta vez passei pela Santa Ifigênia, pela Liberdade, pela Paulista - e nada! Nada de programas ou games pro PC, nada de Cloth Myths de R$300, nada de livros que ainda demorariam um mês para serem lidos. O cartão não saiu da mochila. Dizem que pra assimilar um hábito você precisa repetí-lo por mais ou menos 20 dias, ou três semanas, então um já foi. Será que consigo manter assim?
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