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2 de novembro de 2009

Diário de um Peeling, 1 mês. Peraí. Um mês? Onde foi parar esse mês? Passou muito rápido, mesmo. E pensar que há 30 dias eu estava voltando pra casa com o rosto cor de berinjela, depois mais uma semana com a pele esturricada feito terreno seco, mais uma semana com a pele cor-de-rosa, depois esses 15 dias com manchas marrons... Quem disse que é preciso sofrer pra ficar do jeito que a gente quer, estava coberto de razão.

Passei na dermato nesta sexta-feira, já que por conta do feriado ela não ia atender no sábado. Felizmente está tudo em ordem no trabalho, meu chefe não se importou muito com a minha ida. Dessa maneira, consegui ir mais rápido e sem surpresas desagradáveis. Chegando lá, foi tudo tranquilo. A médica passou uma fórmula (mais uma!) pra eu pedir numa farmácia de manipulação, e essa é pra remover os últimos resquícios do ácido da derme, e retomar a cor natural. Segundo ela, eu ainda não vi o resultado final do tratamento, a produção de colágeno recomeça agora, e ainda levará alguns meses pra atingir um estágio natural.

Mas, sinceramente, já estou bastante satisfeito. As cicatrizes e marcas de expressão mais fortes saíram, a cor já está bem normal, e o aspecto não assusta as pessoas quando eu saio na rua. De quebra, e paradoxalmente, aprendi a não ligar tanto para o que as pessoas estão olhando. Não é estranho? Depois de sair com a cara cheia de casquinha uma semana após o peeling, agora tudo o que vier eu encar na boua.

Como prova, ontem fui à Bella com os amigos, e curti muuuuito a noite. Engraçado, programas simples como ir comer um simples lanche num lugar sem frescurar é o que mais me diverte. Uma companhia agradável é a diferença. E tudo isso foi registrado, claro. Portanto, como eu estava devendo, eis o Fernando após um mês da primeira fase da reforma, descontadas as eventuais manchas, rsrs... Behold:

1 de novembro de 2009

Oi, novembro. O mês em que metade do tempo estamos preocupados com o que não deu pra fazer no ano, e a outra metade ficamos com preguiça porque o ano seguinte está logo aí. Esse é também o mote do momento atual que estou passando. Inclusive aqui com o blog, mas a vida é feita desses altos e baixos, então prossigamos.

Na vida profissional está tudo tranquilo, ao contrário dos últimos meses. Acho que aprendi a lidar com as pessoas e a domar um pouquinho meu ego. No fundo, o fato de eu me preocupar com detalhes tão insignificantes era o medo de que qualquer coisinha refletisse na minha reputação impecável (coisa que nunca foi), e que eu ficasse com pecha de fracassado (o que também não vai acontecer). Então eu pensei: mas vale mesmo a pena? Me estressar com essas coisas pequenas? Quando vi então que em algumas das companhias com a qual trabalho já existem pessoas que fazem uma tempestade numa gota d´água por causa de uns detalhes tão bobos... Decidi que não queria isso para mim. E olha, tenho conseguido manter. E a melhora no ambiente do escritório tem sido significativa.

Aqui em casa a coisa está um pouquinho mais complicada, mas caminhando. Tive uma briga séria com a minha mãe na última quarta-feira, e (como sempre nesses casos) por um motivo bobo. Mas acabamos superando, e o diálogo aumentou ainda mais como consequência. Não quero entrar muito em detalhes porque sempre que faço isso os planos mudam, a vida nos atropela e temos que mudar tudo em seguida. Vou esperar e deixar fluir, ver o que acontece.

O que mais posso registrar aqui? A pele tem melhorado bastante, amanhã quero fazer um post de balanço, após um mês do peeling. Os amigos tem estado presentes, uma fonte recorrente de conforto, thank God. O coração tá em stand by, como nos últimos tmepos. Nunca fui uma pessoa muito romântica, não é agora que vou mudar isso. Materialmente, bem... Colocando as contas em ordem já é um bom resultado. Este ano pude realizar a maioria das aquisições que vinha desejando há um longo tempo, então agora é recuperar as reservas para em 2010 continuar avançando, sempre em frente, sempre em frente...

20 de outubro de 2009

Não me adaptei com o layout anterior. Fica este até eu encontrar coisa melhor.

Ai, ai... Porque no Brasil não há muito espaço para uma seleção de Rúgbi? Acho de uma injustiça. Imagina algo semelhante ao Ben Cohen, por exemplo? Eu não sairia do estádio, acompanharia todos os jogos... Essas fotos para a Attitude não são um exemplo perfeito disso?











19 de outubro de 2009

Neste domingo aconteceu o GP de Fórmula 1 no Brasil. O dia para mim foi bem tranquilo, cheguei a encontrar os amigos e jogamos bastante conversa fora na região da Paulista, que não sei se por conta do evento estava bem frequentada demais! Quanto homem bonito, uma hora não sabia para onde olhar! Enfim...

A constatação que vale a pena registrar é como as coisas evoluem, e de maneira às vezes despercebida, de um ano para outro. Em 2007, ano em que minha família mudou de casa, no domingo da corrida eu tive que me abalar até os confins da Zona Sul, perto da casa da Cintia, para ir conversar com o cara pra quem ela vendeu o carro, que estava ainda no meu nome. Um suplício que se estendeu ainda por meses depois disso. Já em 2008, essa questão estava resolvida (embora eu ainda não viesse a saber disso por algum tempo), e a situação profissional bem mais estável. Mas o problema com os vizinhos from hell estava no auge. Tanto que, mesmo com a minha irmã e meu cunhado em casa eu simplesmente TIVE que sair para não enlouquecer com o barulho, fui para uns 2 shoppings e ainda fiquei andando pela Paulista sozinho, até a situação passar e eu poder voltar.

Este ano as coisas estão muito, muito melhores. O carro já não me assombra mais, apesar de minha situação no Detran estar nebulosa no mínimo. Como não pretendo voltar a dirigir nos próximos anos, isso não me aflige. Já os vizinhos tomaram um verdadeiro chá de sumiço. Desapareçam em pleno ar, e espero que não voltem tão cedo! Como nos próximos meses. Ainda tem tido umas festas no bairro, mas nada que incomode a ponto de fazer as janelas tremerem ou vá pela madrugada adentro.

Não posso nem reclamar da vida (muito!). Depois dessas férias, apesar de não ter viajado nem feito nada exótico, pude recarregar a paciência com o mundo em todos os aspectos. Pelo menos até o fim do ano, que não sou bobo nem nada. Importante agora é não perder o foco e manter o pensamento positivo. O que vier é lucro, claro, mas que venha tudo o que eu puder angariar. Mal posso esperar.

18 de outubro de 2009

Diário de um Peeling, semana 2. Eis que completo 15 dias do procedimento. Passaram rápido, com certeza, mas foram duas semanas de muita ansiedade. Felizmente, da casquinha marrom e da aparência grotesca só restaram lembranças. Agora a pele nova já está quase toda estabelecida, os machucadinhos que ficam da descamação curados, e a queratinização (umas lâminazinhas brancas que soltam da pele enquanto ela está se fechando) também pararam. Depois de toda a confusão de sexta para chegar no consultório, a dermato disse que está evoluindo tudo como previsto. Ainda bem!

Já estou liberado para fazer a barba e agora há pouco já tirei o projeto de cavanhaque que eu estava ostentando. Até que gostaria de deixar um pouco mais para ver como fica, mas tenho reuniões com clientes, e não tenho barba suficiente para fechar, sabe? Fica falho, e estraga todo o efeito. Enfim, não rola. Mas, já que não tenho muitos pêlos na cara, felizmente também não os tenho em lugares incômodos, como nas costas, p. ex. Ter que ficar aparando com máquina, como Bruno Gagliasso diz que faz, não seria muito legal. Tudo bem que é um preço pequeno a pagar pra ter um rosto como aquele, mas tudo bem. A César o que é de César.

Voltando ao peeling. Agora é hora de aparecer um pouco de hiperpigmentação, ou seja, nos lugares em que foi passado mais fenol, por conta de cicatrizes mais profundas, eu preciso aplicar um gel clareador três vezes ao dia para aliviar. A ideia é sair em no máximo 15 dias, quando eu tenho retorno na dermato. Ainda não será o fim do tratamento. A pele só volta a fabricar colágeno (preenchendo ainda mais os furinhos que ficaram de acne após o peeling) por volta de três a quatro meses depois do procedimento. Nunca pensei em desenvolver paciência como uma técnica, mas estou praticando isso nos últimos 15 dias e tem dado certo, na maior parte do tempo. Mas tudo bem. Um desafio de vez em quando ajuda a manter as coisas em perspectiva. Espero.