30 de setembro de 2011
Dia 30 - Uma música que eu ouvia nessa época no ano passado
Glee - Last Christmas
Bem, por uma pequena trapaça de minha parte, estou terminando este meme em dezembro, então, no último fim de ano, eu ouvi muito o álbum de Natal de Glee. Das músicas desse album, destaca-se Last Christmas, que, quem diria, era do Wham! E ficam aqui os votos pra que os natais dos próximos anos sejam cada vez melhores do que os anteriores.
29 de setembro de 2011
Dia 29 - Uma música da minha infância
Abrindo uma exceção e colocando a única música brasileira (mesmo porque, nessa idade eu ainda não ouvia música estrangeira). Mas é uma versão nacional, descobri muitos anos depois, então encaixa-se com as outras. Ouvi muuuuuito esse LP (sim, sou da época do vinil, good times).
Pronto. Agora essa música não sai da minha cabeça nunca mais...
28 de setembro de 2011
Dia 28 - Uma música que faz eu me sentir culpado
Unsexy, Alanis Morissette.
Essa música sempre me pega no finalzinho, quando ela fala "When will I start healing, baby? When will I start deserving, baby? When will I start staying with myself?" Fora que, né? "I'm thirteen again, am I thirteen for good?" também é próximo demais pro meu gosto. :-/
26 de setembro de 2011
Dia 26 e 27 - Uma música que eu sei tocar / gostaria de poder tocar
Juntando dois posts em um, porque não sei tocar nem campainha direito. Estava buscando uma versão boa de Sway, e encontrei essa de uma cantora japonesa chamada Sooyoung, e curti muito. Apesar da plateia me dar medo, claro...
25 de setembro de 2011
Dia 25 - Uma música que me faz rir
Lilly Allen - Fuck You.
Nada como uma mensagem edificante escrita e cantada de maneira irreverente pra me fazer rir. Ah, sim, escolhi esse vídeo porque me surpreendi com a Lilly Allen cantando ao vivo. Muito melhor do que eu esperava.
24 de setembro de 2011
Dia 24 - Uma música para tocar no meu funeral
Se a Vida É, do Pet Shop Boys.
Essa é meio mórbida - não a música, a ideia do meme. Mas acho que essa canção passa uma boa mensagem. Na verdade, não gosto nem de pensar em funeral, acho que já tive contato demais com essa certeza única da existência pra ficar ainda me concentrando nisso. A vida é para os vivos!
23 de setembro de 2011
Dia 23 - Uma música que eu gostaria que tocasse no meu casamento
Tudo bem que agora tá legalizado o casamento, mas eu não tenho nem planos remotos de me casar... Ainda mais que falta o principal, né? Um candidato a par... De qualquer modo, apesar da música ser batida, ela realmente mexe comigo. SE um dia eu casar, eu quero essa música tocando na festa. Quem sabe um dia eu não ache até alguém para quem cantá-la?
22 de setembro de 2011
Dia 22 - Uma música para ouvir quando estou triste
Tudo bem que escolheram essa música pra Pereirão na novela, mas é a maior música de fossa que surgiu nos últimos tempos. Outra forte candidata é My Tears Dry on Their On e Black to Black da Amy Winehouse. Mas a Adele ganha essa no final.
21 de setembro de 2011
Dia 21 - Uma música para ouvir quando estou feliz
Essa também é autoexplicativa. O título já diz tudo.
20 de setembro de 2011
Dia 20 - Uma música para ouvir quando estou irritado
Call Me When You're Sober, do Evanescence.
Qualquer música do Evanescence é ótima pra se ouvir e desopilar o fígado. Mas essa é uma das melhores. E eu acho a Amy Lee linda. Pronto, falei.
19 de setembro de 2011
Dia 19 - Uma música do meu album favorito
Black Burning Heart, do Keane.
Essa vai ser a versão ao vivo, mas a de estúdio é grandiosa. Ótima letra, e o Keane é irrepreensível, né? Me arrependo até hoje de não ter ido no show. Acho que vale a máxima: é melhor se arrepender por algo que tenha feito do que por algo que deixou de fazer...
18 de setembro de 2011
Dia 18 - Uma música que eu gostaria de ter ouvido no rádio
I Follow Rivers - Lykke Li
Essa eu conheci por Glee e, se não fosse pela série, nem saberia que a artista existe. E a letra da música é bem forte, o clipe tem uma fotografia fantástica.
17 de setembro de 2011
Dia 17 - Uma música que eu ouvi muito no rádio
Não ouço muito rádio, então a última que eu sei que gostei e tocou bastante foi essa da Rihanna.
16 de setembro de 2011
Dia 16 - Uma música que eu gostava mas agora detesto
Minha relação com a Katy Perry é esquisita. Enquanto tem músicas, como E.T., que eu detestei da primeira vez mas agora adoro, tem essa Hot N Cold que eu adorava nas primeiras vezes, mas agora é insuportáaavel. I Kissed a Girl idem.
15 de setembro de 2011
Dia 15 - Uma música que me descreve
Essa é fácil, e vou deixar a letra novamente falar por si. Só pontuo que o próprio título da música já quer dizer muita coisa:
14 de setembro de 2011
Dia 14 - Uma música que ninguém imaginaria que eu gosto
Essa é boa para ouvir naqueles dias em que parece que nada dá certo e você precisa dar uma chacoalhada nas coisas.
13 de setembro de 2011
Dia 13 - Uma música que eu gosto mas tenho vergonha
Putz, essa é tosca, tosca, tosquíssima. O-Zone, Dragostea Din Tei. Fora que, né? Foi a inspiração pro Latino fazer a festa no apê!!! Mas admito que, nos poucos meses antes disso, dancei muito na Tunnel essa música, e por isso me afeiçoei :-)
12 de setembro de 2011
Dia 12 - Uma música de uma banda que eu odeio
Bom, eu não ODEIO nenhuma banda, muito forte. Mas sempre achei o U2 pretencioso demais pra tudo que eles fazem, e o Bono com essa pose de messias, engajado, politizado, blergh. Me irrita até a alma. Contudo, vez ou outra eles fazem uma música que tem um impacto, e é essa, Walk On, que eu escolho por aqui. Excelente.
11 de setembro de 2011
10 de setembro de 2011
Dia 10 - Uma música que me faz dormir
É destino certo quando estou com problemas pra dormir por conta dos vizinhos:
9 de setembro de 2011
8 de setembro de 2011
Dia 8 - Uma música que eu sei a letra de cor
Bom, Madonna é clássica, né? E Frozen foi a primeira dela que eu curti, corri atrás da letra, gostava das duas versões (a de rádio e a do clipe). Houve uma época em que a véia sabia fazer vídeo e música bem melhores...
7 de setembro de 2011
Dia 7 - Uma música que me lembra de um acontecimento
Na semana em que completam 10 anos do 11/9, não tem como não pensar nesse dia que mudou tudo. Um daqueles dias em que todo mundo sabe o que estava fazendo quando as Torres Gêmeas caíram. Esses dias estava assistindo o comentário da Míriam Leitão no Bom Dia Brasil, e lembrei como esse atentado acabou gerando um efeito dominó que até hoje explica a crise financeira internacional - que por sua vez afeta toda a nossa vida. Onde eu estava? No meu primeiro estágio, na Band, primeiro ano de faculdade...
Uma música que me remete a esse acontecimento na verdade é de um pouco antes, 1999, do Silverchair: Anthem for the Year 2000. Será que alguém imaginava como a década ia ser diferente?
Uma música que me remete a esse acontecimento na verdade é de um pouco antes, 1999, do Silverchair: Anthem for the Year 2000. Será que alguém imaginava como a década ia ser diferente?
6 de setembro de 2011
Dia 6 - Uma música que me lembra de um lugar
Esse foi um pouco mais complexo. Várias músicas me lembram de vários lugares, então é difícil fixar um mais do que outros. Escolhi Killing Me Softly porque me lembro claramente dela enquanto trabalhava como office boy, há muuuuito tempo. Tanta coisa aconteceu desde aquela época... Não sei se as pessoas mudam mesmo ou só nos tornamos mais como nós mesmos com o tempo... Se for isso, então as sementes estavam desde essa época.
5 de setembro de 2011
4 de setembro de 2011
Dia 4 - Uma música que me deixa triste
Essa é nos mesmos moldes da anterior. Me deixa triste porque fala de como todo mundo pode ficar triste, todos têm sua cruz para carregar.
REM é covardia, né? Tem um monte de músicas tristes. E essa ficou linda na voz da Andrea Corr. Linda e triste, é possível ser as duas coisas ao mesmo tempo.
REM é covardia, né? Tem um monte de músicas tristes. E essa ficou linda na voz da Andrea Corr. Linda e triste, é possível ser as duas coisas ao mesmo tempo.
2 de setembro de 2011
Dia 3 - Uma música que me deixa feliz
Essa também é difícil, porque né? Como diria outra música, o que vem a ser felicidade? Como definir? Escolhi essa, Today the Sun's on Us, da Sophie Ellis-Bextor. Gosto muito dessa música, traz uma mensagem poderosa, de que sempre há outro dia, e que o sol brilha para todos. Sabe aquela coisa de equilíbrio? Do tipo: se você não tiver dias ruins, como vai saber a diferença quando tiver dias bons? Isso é a vida.
Dia 2 - Minha música menos favorita
Realmente, a Camila levantou uma questão interessante com esse post. É para colocar uma canção que eu não goste, ou a que eu menos gosto entre as favoritas? Fico também com a segunda opção:
Ironic, da Alanis, é um dos maiores sucessos da cantora, e eu não entendia por quê. Fora que eu odiava quando nos clipes ela cantava desse jeito epilético. Ainda bem que ela perdeu esses trejeitos com braços e cabeça, acabava distraindo. Mas o tempo passa, a gente fica mais velho e começa a perceber... bem, a ironia da vida, e como às vezes você tem 10000 colheres na mão quando precisava de uma faca. Ou, na melhor frase da música: é encontrar o homem dos seu sonhos, e conhecer a linda esposa dele. :-\
Ironic, da Alanis, é um dos maiores sucessos da cantora, e eu não entendia por quê. Fora que eu odiava quando nos clipes ela cantava desse jeito epilético. Ainda bem que ela perdeu esses trejeitos com braços e cabeça, acabava distraindo. Mas o tempo passa, a gente fica mais velho e começa a perceber... bem, a ironia da vida, e como às vezes você tem 10000 colheres na mão quando precisava de uma faca. Ou, na melhor frase da música: é encontrar o homem dos seu sonhos, e conhecer a linda esposa dele. :-\
1 de setembro de 2011
Uma canção por dia - Dia 1 - Minha música favorita
En-tão, inspirado pela minha melhor amiga Camila e também para retomar esse blog, vamos a um outro Meme. Também fiz isso ano passado, será que a época é propícia a isso? Este é sobre música, uma música por dia. É super difícil para mim selecionar uma música nessas categorias, mas tá valendo. Depois, de repente, eu mudo, se me lembrar de outra que se encaixe melhor. Vamos lá.
A minha música favorita é Push It, do Garbage. Talvez por ser uma das primeiras bandas que gostei por mim mesmo, sem indicação de ninguém, e foi bastante arrebatador gostar de Garbage. Mas, antes mesmo de saber inglês e o que a música queria dizer, a batida já me fazia bem. Não é nada melosa, mas bastante real, assim como eu gosto de encarar a vida.
Fora que o clipe já era psicodélico antes de Lady Gaga e a Shirley Manson é linda e fodona.
A minha música favorita é Push It, do Garbage. Talvez por ser uma das primeiras bandas que gostei por mim mesmo, sem indicação de ninguém, e foi bastante arrebatador gostar de Garbage. Mas, antes mesmo de saber inglês e o que a música queria dizer, a batida já me fazia bem. Não é nada melosa, mas bastante real, assim como eu gosto de encarar a vida.
Fora que o clipe já era psicodélico antes de Lady Gaga e a Shirley Manson é linda e fodona.
17 de julho de 2011
Virando uma esquina...
Ando meio desligado do blog ultimamente, parece-me que os dias andam com horas de menos para fazer tudo que preciso, dar conta do trabalho e ainda resolver as coisas em casa. Mas aos poucos a gente coloca as coisas nos eixos, acho eu. Não são as coisas que andam fora de prumo, eu mesmo estou meio fora do centro. Não é nada particular que me aflige, mas um senso geral de inutilidade, de vazio.
Na sexta-feira fui à redação de um jornal grande de São Paulo, uma Folha diária, acompanhar uma colega em um encontro com um editor, apenas para apresentar sugestões de pauta do cliente dela. Correu tudo bem, embora rapidamente a coisa tenha acabado, acho que vão surgir boas oportunidades daí. Quando estava saindo, vi sentado na redação um carinha que eu conheci. Eu poderia chamar de amigo, e tenho boas lembranças dele, mas não dá pra realmente usar essa palavra. Fato é que a pessoa me segue nas redes sociais e tals, mas... não tive coragem de ir lá cumprimentar. Uma cena: "Oi, vc se lembra de mim?" definitivamente não está no meu escopo de atuação. Essa cara especificamente eu conheci quando tinha 21 anos, lá atrás em 2003. Logo ele voltou pro Ceará, estudou fora, os caminhos se separaram... coisas da vida. Uma vez, há uns dois anos, ele entrou no barzinho em que eu estava. Até reconheci e tals, mas também não tive cara de ir cumprimentar. O difícil é agora ficar com essa espinho entalado na garganta, pensando o famoso O Que Aconteceria Se...
O jeito é ir encarando. A combinação com instabilidades no trabalho, grana curta, carência e vizinhos perturbadores também não ajuda. Vamos ver se consigo aliviar algumas dessas coisas nos próximos dias.
Na sexta-feira fui à redação de um jornal grande de São Paulo, uma Folha diária, acompanhar uma colega em um encontro com um editor, apenas para apresentar sugestões de pauta do cliente dela. Correu tudo bem, embora rapidamente a coisa tenha acabado, acho que vão surgir boas oportunidades daí. Quando estava saindo, vi sentado na redação um carinha que eu conheci. Eu poderia chamar de amigo, e tenho boas lembranças dele, mas não dá pra realmente usar essa palavra. Fato é que a pessoa me segue nas redes sociais e tals, mas... não tive coragem de ir lá cumprimentar. Uma cena: "Oi, vc se lembra de mim?" definitivamente não está no meu escopo de atuação. Essa cara especificamente eu conheci quando tinha 21 anos, lá atrás em 2003. Logo ele voltou pro Ceará, estudou fora, os caminhos se separaram... coisas da vida. Uma vez, há uns dois anos, ele entrou no barzinho em que eu estava. Até reconheci e tals, mas também não tive cara de ir cumprimentar. O difícil é agora ficar com essa espinho entalado na garganta, pensando o famoso O Que Aconteceria Se...
O jeito é ir encarando. A combinação com instabilidades no trabalho, grana curta, carência e vizinhos perturbadores também não ajuda. Vamos ver se consigo aliviar algumas dessas coisas nos próximos dias.
19 de junho de 2011
Bílis Negra
Esta semana foi bastante complicada, com muita coisa me pesando na cabeça, e muitos sapos para engolir. Apesar de o meio dela ter sido bastante agitado com o aniversário da minha irmã, eu pegando meu óculos novo e coisas afins, não deu pra eu não me sentir um pouco deprimido. Resultado: mais um resfriado de fim de semana - mas que felizmente está passando.
Efeito colateral disso é a melancolia, essa sensação de que nada no mundo vale a pena, de que todas as pessoas são fúteis e superficiais, e que dá vontade de dormir para todo o sempre, ou pelo menos um 200 anos até acordar em uma época um pouquinho melhor. Sei que não costumo ficar nesse humor detestável por muito tempo, não é minha natureza, então geralmente é bom esperar uns dois dias, ficar em casa, até passar essa nuvem negra sobre minha cabeça. Pelo menos teremos um feriado aí, apenas três dias úteis na semana, então é administrar essa inhaca até lá.Se o tempo melhorar e fizer um calorzinho suficiente pra eu não precisar sobrepor blusa sobre blusa sobre bludas, já vou estar no lucro.
Então é isso, vontade de escrever e inspiração zero, vontade de me expressar mas incerteza quanto ao conteúdo, vontade de sair no mundo, mas medo de não ser bem recebido. Frustração, teu nome é Fernando.
Efeito colateral disso é a melancolia, essa sensação de que nada no mundo vale a pena, de que todas as pessoas são fúteis e superficiais, e que dá vontade de dormir para todo o sempre, ou pelo menos um 200 anos até acordar em uma época um pouquinho melhor. Sei que não costumo ficar nesse humor detestável por muito tempo, não é minha natureza, então geralmente é bom esperar uns dois dias, ficar em casa, até passar essa nuvem negra sobre minha cabeça. Pelo menos teremos um feriado aí, apenas três dias úteis na semana, então é administrar essa inhaca até lá.Se o tempo melhorar e fizer um calorzinho suficiente pra eu não precisar sobrepor blusa sobre blusa sobre bludas, já vou estar no lucro.
Então é isso, vontade de escrever e inspiração zero, vontade de me expressar mas incerteza quanto ao conteúdo, vontade de sair no mundo, mas medo de não ser bem recebido. Frustração, teu nome é Fernando.
14 de junho de 2011
A vida, o universo, e tudo mais
Dia corrido hoje, com todas essas pendengas de ontem na cabeça, mais algumas familiares que aconteceram durante o dia... Pelo menos o clima no escritório foi bom, apesar de tudo. Pude ver que nem tudo são nuvens negras de tempestade, e que as coisas acabam se resolvendo sem eu precisar me descabelar. Espero que continue nessa tônica pelo resto da semana, pelo resto do mês, pelo resto do ano.
Fiquei aqui pensando com meus botões sobre a vida, o universo e tudo mais (mentira, isso é um título de um livro do Douglas Adams), mas principalmente sobre a passagem do tempo. Se eu imaginasse que tante coisa aconteceria nesses últimos cinco anos... É até pouco tempo, de certa maneira, mas mudou TANTA coisa, é de uma magnitude tão imensurável que assusta. Eu só espero me lembrar mesmo das lições, que não foram poucas e não foram fáceis, pelo resto da vida, e que, se for pra cometer erros, que sejam diferentes, nada de reprise! E tenho dito!
Fiquei aqui pensando com meus botões sobre a vida, o universo e tudo mais (mentira, isso é um título de um livro do Douglas Adams), mas principalmente sobre a passagem do tempo. Se eu imaginasse que tante coisa aconteceria nesses últimos cinco anos... É até pouco tempo, de certa maneira, mas mudou TANTA coisa, é de uma magnitude tão imensurável que assusta. Eu só espero me lembrar mesmo das lições, que não foram poucas e não foram fáceis, pelo resto da vida, e que, se for pra cometer erros, que sejam diferentes, nada de reprise! E tenho dito!
13 de junho de 2011
Pedradas
As lições da vida estão sempre acontecendo por aí, cabe a cada um a escolha de aprender com elas ou não. Nesta segunda-feira, em uma manhã que eu imaginei ser o início de uma semana tranquila, duas pedras enormes vieram pra fazer ondular o meu barquinho no lago.
Pedrada número 1: um dos meus chefes cometeu o pior dos atos falhos e, comentando a saída de um desafeto de um dos clientes por email, enviou para a própria cliente. Quase morri quando vi que ela mesma respondeu, com toda a classe, mas colocando-o em seu devido lugar. Ele fingiu que não aconteceu, mas o clima ficará tenso para os próximos dias.
Pedrada número 2: essa veio agora há pouco. Um outro cliente, na verdade o funcionário de outro cliente, de quem sou BEM mais próximo (não vamos ser muito diretos porque hoje em dia tudo que cai na internet torna-se público) me avisa que eles decidiram mudar mesmo de assessoria, após a fatídica reunião em que meu chefe, novamente, falou o que não devia. Acho que é uma questão de ego mesmo, vamos ver se ele aprenderá com essa lição, e se as consequências não serão um baque para toda a equipe.
Difícil mesmo é agir como se eu não soubesse de nada, fingir que tá tudo bem. Mas o show deve continuar, certo?
Pedrada número 1: um dos meus chefes cometeu o pior dos atos falhos e, comentando a saída de um desafeto de um dos clientes por email, enviou para a própria cliente. Quase morri quando vi que ela mesma respondeu, com toda a classe, mas colocando-o em seu devido lugar. Ele fingiu que não aconteceu, mas o clima ficará tenso para os próximos dias.
Pedrada número 2: essa veio agora há pouco. Um outro cliente, na verdade o funcionário de outro cliente, de quem sou BEM mais próximo (não vamos ser muito diretos porque hoje em dia tudo que cai na internet torna-se público) me avisa que eles decidiram mudar mesmo de assessoria, após a fatídica reunião em que meu chefe, novamente, falou o que não devia. Acho que é uma questão de ego mesmo, vamos ver se ele aprenderá com essa lição, e se as consequências não serão um baque para toda a equipe.
Difícil mesmo é agir como se eu não soubesse de nada, fingir que tá tudo bem. Mas o show deve continuar, certo?
12 de junho de 2011
Depois da lacuna
Retomando as postagens bem nos dia dos namorados, por mais estranho que pareça. E também com uma certa tranquilidade, apesar das muitas tempestades enfrentadas nos últimos dias. A mais grave e que mais nos mobilizou foi a crise com minha cachorrinha, a Penélope. Além do problema nos olhos, ela teve de passar por duas cirurgias de castração de emergência, quase não sobreviveu, mas enfim, provou ser tão guerreira quanto todos aqui de casa e saiu do mês melhor do que entrou.
Nem vou falar muito das outras coisas, acho que não preciso registrar aqui, quem acompanha minha vida (são poucas as pessoas de fora da família hoje em dia) sabe o que tem acontecido. Não tem sido fácil, alguns momentos têm sido positivamente infernais, mas eu tenho mantido a serenida e procurado me adaptar conforme os acontecimentos... acontecem! Dias de vazio se intercalam com dias de alegria, dias de introjeção se intercalam com dias corridos. É a vida, certo?
O jeito é dar prosseguimento. E vamos para mais uma semana. Com eventos, com desafios, com novidades, com promessas, com conflitos, com coisas a esperar. Eu só queria mesmo que fosse com calor, sabe? Esse clima frio é deprimente depois de alguns dias, e acho que já deu para o que chamamos de inverno. Vamos ver se o tempo colabora com mais essa.
Nem vou falar muito das outras coisas, acho que não preciso registrar aqui, quem acompanha minha vida (são poucas as pessoas de fora da família hoje em dia) sabe o que tem acontecido. Não tem sido fácil, alguns momentos têm sido positivamente infernais, mas eu tenho mantido a serenida e procurado me adaptar conforme os acontecimentos... acontecem! Dias de vazio se intercalam com dias de alegria, dias de introjeção se intercalam com dias corridos. É a vida, certo?
O jeito é dar prosseguimento. E vamos para mais uma semana. Com eventos, com desafios, com novidades, com promessas, com conflitos, com coisas a esperar. Eu só queria mesmo que fosse com calor, sabe? Esse clima frio é deprimente depois de alguns dias, e acho que já deu para o que chamamos de inverno. Vamos ver se o tempo colabora com mais essa.
17 de maio de 2011
Enfim maduro?
Os últimos dias têm sido significativos, cheios de lições e situações que estão me levando a pensar. Tanto com as coisas de família, como trabalho, como as relações com amigos e potenciais amores, eu tenho percebido uma certa mudança na minha forma de reagir e de agir. Não mais tão impulsivo, não mais tão suscetível. Será que essa é a famigerada maturidade de que tanto falam? Essa minha síndrome de Peter Pan que teima em me perseguir talvez discorde, e nada garante que eu não vá passar pelos mesmos apuros do começo deste mês, mas o que eu preciso mesmo é me lembrar desses momentos. Acho que preciso começar a reler melhor e com mais atenção os próprios posts deste blog como referência. Para o que eu devo fazer e, mais importante, o que eu devo fazer diferente!
Ah, sim, quase me esqueci de colocar aqui uma cena pitoresca (para não dizer dantesca) do meu cotidiano. Ontem, saindo da sessão de terapia e vindo para o escritório, cheguei na plataforma da Estação Tatuapé do Metrô, e me preparei para esperar o trem seguinte para embarcar. Reparei numa comoção no primeiro vagão, algumas pessoas tentando entrar, depois uns cinco saindo, e eis que uma mulher é projetada pra fora da porta, se estabacando no chão. Era uma briga entre ela e uma outra, que vinha desde a outra estação. Um horror. Hoje em dia você realmente não sabe se está ao lado de um surtado com tendências violentas no transporte público, na rua, no restaurante, no trabalho. Alguns chamam isso de males da vida moderna, mas eu ainda fico abismado com essas demonstrações públicas de que a evolução humana às vezes me parece um processo que deu errado. Quer dizer, foi para isso que descemos das árvores? Sério mesmo?!
Ah, sim, quase me esqueci de colocar aqui uma cena pitoresca (para não dizer dantesca) do meu cotidiano. Ontem, saindo da sessão de terapia e vindo para o escritório, cheguei na plataforma da Estação Tatuapé do Metrô, e me preparei para esperar o trem seguinte para embarcar. Reparei numa comoção no primeiro vagão, algumas pessoas tentando entrar, depois uns cinco saindo, e eis que uma mulher é projetada pra fora da porta, se estabacando no chão. Era uma briga entre ela e uma outra, que vinha desde a outra estação. Um horror. Hoje em dia você realmente não sabe se está ao lado de um surtado com tendências violentas no transporte público, na rua, no restaurante, no trabalho. Alguns chamam isso de males da vida moderna, mas eu ainda fico abismado com essas demonstrações públicas de que a evolução humana às vezes me parece um processo que deu errado. Quer dizer, foi para isso que descemos das árvores? Sério mesmo?!
15 de maio de 2011
Potencial
Talvez valha mesmo o clichê de que a gente produz mais, escreve mais e posta mais em um blog quando as coisas não andam como deveriam. Quando tudo está mais ou menos no lugar, o ritmo e a frequência das postagens diminuem. Isso deve ser bom, um sinal de que não se está a ponto de explodir, e essa válvula de escape não passa a ser uma simples alternativa a simplesmente explodir de desgosto.
Depois de um começo conturbado, parece que este mês entrou nos eixos. Saí de um momento complicado no trabalho com minha fé renovada, não só na minha capacidade, mas também na das pessoas com quem trabalho, e até mesmo na função em si. Apesar dos percalços ainda continuarem nos próximos dias, dá pra agir com certa serenidade e confiança, continuar colocando as tarefas nos trilhos e aplicar um pouco do que eu acho que deve ser feito para melhorar as engrenagens da empresa.
Pena que o mesmo não possa ser dito da vida amorosa. Infelizmente tive que dar adeus à última aventura nesse campo, visto que fiquei mais de 10 dias sem saber do carinha com quem eu saí. Fico chateado, é claro, por ter investido, por ter apostado e não ter dado certo - afinal, ninguém gosta mesmo de perder. Mas devo admitir que por um lado fico até aliviado, de estar livre dessa encenação toda, desse jogo todo que existe. Sei que isso é considerado prazeroso por alguns, mas a verdade é que eu não consigo - nem nunca consegui, entender essas regras. Nunca tive ninguém que me explicasse, e toda a carga de baixa autoestima que carreguei esses anos todos também cobra seu preço. Pelo desta vez me expus, me pronunciei, tentei fazer dar certo. Também pela primeira vez me senti disposto a falar com minha família a respeito, a dar esse passo seguinte. Realmente achei que podia dar certo. Não deu.
Agora me sinto naquele momento (até que é algo animador) pré-mudanças, sabe? Cheio de potencial? Espero conseguir realizar algumas mudanças com ele. Sei lá, de atitude, físicas, emocionais, profissionais, qualquer coisa será benvinda. Acaba de me vir à mente aquele teoria da Física, de transformar energia potencial em energia cinética. É justamente isso que eu quero agora. Colocar esse potencial todo em movimento. E isso tem que rolar!
Depois de um começo conturbado, parece que este mês entrou nos eixos. Saí de um momento complicado no trabalho com minha fé renovada, não só na minha capacidade, mas também na das pessoas com quem trabalho, e até mesmo na função em si. Apesar dos percalços ainda continuarem nos próximos dias, dá pra agir com certa serenidade e confiança, continuar colocando as tarefas nos trilhos e aplicar um pouco do que eu acho que deve ser feito para melhorar as engrenagens da empresa.
Pena que o mesmo não possa ser dito da vida amorosa. Infelizmente tive que dar adeus à última aventura nesse campo, visto que fiquei mais de 10 dias sem saber do carinha com quem eu saí. Fico chateado, é claro, por ter investido, por ter apostado e não ter dado certo - afinal, ninguém gosta mesmo de perder. Mas devo admitir que por um lado fico até aliviado, de estar livre dessa encenação toda, desse jogo todo que existe. Sei que isso é considerado prazeroso por alguns, mas a verdade é que eu não consigo - nem nunca consegui, entender essas regras. Nunca tive ninguém que me explicasse, e toda a carga de baixa autoestima que carreguei esses anos todos também cobra seu preço. Pelo desta vez me expus, me pronunciei, tentei fazer dar certo. Também pela primeira vez me senti disposto a falar com minha família a respeito, a dar esse passo seguinte. Realmente achei que podia dar certo. Não deu.
Agora me sinto naquele momento (até que é algo animador) pré-mudanças, sabe? Cheio de potencial? Espero conseguir realizar algumas mudanças com ele. Sei lá, de atitude, físicas, emocionais, profissionais, qualquer coisa será benvinda. Acaba de me vir à mente aquele teoria da Física, de transformar energia potencial em energia cinética. É justamente isso que eu quero agora. Colocar esse potencial todo em movimento. E isso tem que rolar!
11 de maio de 2011
Reavaliando
O dia de hoje foi tranquilo, ainda que tenha passado bem rápido. Aliás, quando tudo está dando certo, o tempo voa. Recebi a ligação de uma pesquisadora que de vez em quando me chama para participar de uns estudos. Quase que eu dei uma bola fora, mas acabei corrigindo em tempo, e fui participar da tal pesquisa agora no começo da noite. É bom, uma graninha fácil por duas horas, já dá pra pagar a faxina da semana, hahahaha. Ainda mais que a faxineira nova teve problema na terça, com os filhos gripados, e só vem amanhã.
De resto, decidi manter minha boca fechada para certas coisas, só continuar fazendo o meu trabalho direito e torcendo pelo melhor - às vezes é o máximo que dá pra fazer. Como estava tudo com problemas ultimamente na minha vida, estava estranhando não ter nenhum em casa. O mais complicado é que não é em casa exatamente, não com nós três que moramos juntos, mas a minha mãe se envolve nos problemas das irmãs dela e ainda está pronta a confusão. Mas eu entendo, imagino que eu também me envolveria se fosse com as minhas irmãs. Parente não se escolhe, afinal, mas mexe com um pra você ver. A gente cerra fileiras contra quem tá de fora, não tem jeito. Depois se mata, mas primeiro o inimigo em comum. Mas... o que fazer quando o inimigo é de dentro?
Às vezes eu reclamo que minha vida é reta, sem desvios nem percalços nem novidades no caminho, mas não dá pra reconhecer que isso na verdade é um privilégio. Talvez esteja mais na hora de honrar essa benção nem tão disfarçada assim...
De resto, decidi manter minha boca fechada para certas coisas, só continuar fazendo o meu trabalho direito e torcendo pelo melhor - às vezes é o máximo que dá pra fazer. Como estava tudo com problemas ultimamente na minha vida, estava estranhando não ter nenhum em casa. O mais complicado é que não é em casa exatamente, não com nós três que moramos juntos, mas a minha mãe se envolve nos problemas das irmãs dela e ainda está pronta a confusão. Mas eu entendo, imagino que eu também me envolveria se fosse com as minhas irmãs. Parente não se escolhe, afinal, mas mexe com um pra você ver. A gente cerra fileiras contra quem tá de fora, não tem jeito. Depois se mata, mas primeiro o inimigo em comum. Mas... o que fazer quando o inimigo é de dentro?
Às vezes eu reclamo que minha vida é reta, sem desvios nem percalços nem novidades no caminho, mas não dá pra reconhecer que isso na verdade é um privilégio. Talvez esteja mais na hora de honrar essa benção nem tão disfarçada assim...
10 de maio de 2011
Prece
Ultimamente pra onde quer que eu olhe é problema, é dificuldade... A vida não anda fácil pra ninguém, mas eu tenho ficado muito angustiado com a falta de perspectiva, com as porradas que aqueles com quem convivo têm levado. Uma pena tão grande, uma compaixão tão profunda que dói. Principalmente porque não sei o que fazer com ela além de ficar triste. Queria muito ser uma bolinha de calor e poder alegrar as coisas por onde eu passar, pelo menos oferecer um conforto ou alento. Ainda não cheguei nesse estágio. Só posso pedir serenidade a todos, e... bem, rezar para que as coisas se acertem, para que os anjos, espíritos protetores, seja lá o que houver em esferas além da nossa, protejam e guiem aqueles a quem eu quero bem.
Isso não pode ser pedir muito.
Pode?
Isso não pode ser pedir muito.
Pode?
9 de maio de 2011
Síndrome de Garfield
Estou seriamente inclinado a pensar que todos os clichês são verdadeiros e que as segundas-feiras são uma invenção perversa de algum deus sádico. Mas tudo bem, pelo menos desta vez eu soube me manter (mais ou menos) centrado e tocar o barco, por mais que tenha sido difícil. Agora é rezar para os bons resultados da semana passada continuarem aparecendo nesta e meu chefe continuar apaziguado. Mas é difícil.
Amanhã eu também tenho terapia, o que tem sido difícil nos últimos tempos. Não porque eu não goste do que ela fala, nem é isso. Até concordo que ela não está lá para ser minha amiga, falar só o que eu quero ouvir, mas a repetição dos conselhos e orientações tem deixado a desejar. Fora que amanhã faz uma semana que eu tentei romper o padrão e estender a mão para uma pessoa... e fiquei a ver navios desde então. É duro encarar essa realidade prefiro nem pensar muito nisso, e me dedicar só ao trabalho, que pelo menos eu sei de onde vem a porrada...
Amanhã eu também tenho terapia, o que tem sido difícil nos últimos tempos. Não porque eu não goste do que ela fala, nem é isso. Até concordo que ela não está lá para ser minha amiga, falar só o que eu quero ouvir, mas a repetição dos conselhos e orientações tem deixado a desejar. Fora que amanhã faz uma semana que eu tentei romper o padrão e estender a mão para uma pessoa... e fiquei a ver navios desde então. É duro encarar essa realidade prefiro nem pensar muito nisso, e me dedicar só ao trabalho, que pelo menos eu sei de onde vem a porrada...
8 de maio de 2011
Escolhas
Hoje foi dia das Mães, minha irmã e meu cunhado vieram aqui para um almoço básico. Caso eu não tenha mencionado aqui, minha família nunca foi de muitas firulas ou comemorações: aniversários, Natal, Páscoa e dias assim são encarados como outros dias quaisquer. Trocamos presentes, procuramos dar coisas que achamos que vão gostar, mas é só. Nada de comida especial, ou amigos secretos, ou coisas assim. Não vejo muito sentido, sou mesmo da corrente que prefere pensar em construir uma existência harmoniosa no dia a dia - e mesmo isso é tão difícil atualmente.
Agora há pouco tive que dar adeus a uma oportunidade de trabalho, por conta de compromissos assumidos no meu atual. Foi duro, ainda mais depois da semana de cão que eu tive, mas eu me sentiria traindo o meu atual chefe e meus atuais clientes e, como diz o ditado: perdido por um, perdido por mil. Resta confiar que a decisão tomada foi a melhor, e rezar para que tudo dê certo - para todos. E que venha a segunda-feira. Mas com menos novidades, por favor. Preciso de um respiro.
Agora há pouco tive que dar adeus a uma oportunidade de trabalho, por conta de compromissos assumidos no meu atual. Foi duro, ainda mais depois da semana de cão que eu tive, mas eu me sentiria traindo o meu atual chefe e meus atuais clientes e, como diz o ditado: perdido por um, perdido por mil. Resta confiar que a decisão tomada foi a melhor, e rezar para que tudo dê certo - para todos. E que venha a segunda-feira. Mas com menos novidades, por favor. Preciso de um respiro.
7 de maio de 2011
Todo mundo espera alguma coisa...?
E então chega o sábado e toda a adrenalina e montanha russa da semana se esvai e dá tempo de descansar um pouco. Minha mãe também estava com melhor humor, então deu pra gente acertar os ponteiros como deveríamos. E ainda chegou o presente que minhas irmãs deram para ela - um massageador para os pés. Claro que todos experimentaram, mas pelo menos ela terá como relaxar quando estiver com as pernas doloridas após uma caminhada exagerada.
Depois disso, à noite, fui à Paulista com a Camila, conhecemos um barzinho novo - básico e bom, como deve ser. Após alguns bons drink e muitos assuntos depois, uma volta pela Cultura e eu entregar o celular que estava sem usar aqui em casa para ela, como queria fazer há algumas semanas, voltei para casa com a sensação (ótima) de uma noite bem aproveitada.
A única manchinha nessa ficha perfeita é que o carinha que eu estava conhecendo não mandou mensagem nem sinal de vida, como falou que ia fazer. Não estava realmente com minhas expectativas altas, mas a esperança é mesmo a última a morrer, não é? Minha psicóloga levantou a hipótese de que no fundo eu queria que desse errado, para poder me lamentar depois. Fato é que eu realmente esperava que esse poderia ser "the one". Deve ter alguma coisa dado errada no meio do caminho, mas (e isso é um grande mas) eu fiz tudo que estava ao meu alcance - até algumas coisas que não são do meu feitio. Agora me resta aceitar o que vier, e OK, né? Se é o que tem pra hoje...
Depois disso, à noite, fui à Paulista com a Camila, conhecemos um barzinho novo - básico e bom, como deve ser. Após alguns bons drink e muitos assuntos depois, uma volta pela Cultura e eu entregar o celular que estava sem usar aqui em casa para ela, como queria fazer há algumas semanas, voltei para casa com a sensação (ótima) de uma noite bem aproveitada.
A única manchinha nessa ficha perfeita é que o carinha que eu estava conhecendo não mandou mensagem nem sinal de vida, como falou que ia fazer. Não estava realmente com minhas expectativas altas, mas a esperança é mesmo a última a morrer, não é? Minha psicóloga levantou a hipótese de que no fundo eu queria que desse errado, para poder me lamentar depois. Fato é que eu realmente esperava que esse poderia ser "the one". Deve ter alguma coisa dado errada no meio do caminho, mas (e isso é um grande mas) eu fiz tudo que estava ao meu alcance - até algumas coisas que não são do meu feitio. Agora me resta aceitar o que vier, e OK, né? Se é o que tem pra hoje...
6 de maio de 2011
Ciclos
Como eu falei para várias pessoas, tem semanas que começam com tudo redondinho, e depois desandam de uma maneira que você nem vê a placa do caminhão que te atropelou. Já em outras, que começam com relâmpagos e tempestades, acabam se acertando e deixando para trás uma sensação de luta vencida. Esta caiu na segunda categoria. Talvez aí sim fique claro que minha índole é não desistir de lutar. Não me entregar à correnteza, nadar sempre contra a maré, é parte do que faz de mim o que sou hoje.
Claro que tem vez que desanima. E um medo ainda ronda o fundo da minha mente, afinal, a rejeição nunca é fácil de se encarar. Mas tudo bem, é melhor fugir e viver para lutar outra vez, certo?
Claro que tem vez que desanima. E um medo ainda ronda o fundo da minha mente, afinal, a rejeição nunca é fácil de se encarar. Mas tudo bem, é melhor fugir e viver para lutar outra vez, certo?
5 de maio de 2011
Trocando a marcha
O dia hoje já foi melhor, colocando as coisas em perspectiva. Consegui consertar uma biiiig falha no trabalho (não erro com cliente, mais uma mancada com o chefe mesmo), e também fiz um agrado pra minha mãe. Como ela disse que não precisava de nada para o dia das Mães, comprei pra ela um monte de coisinhas que a gente nunca compra, mas que sempre são úteis: um caderno e lápis bacana, uma xícara bonitinha, uma agenda telefônica... e dois DVDs do Roberto Carlos, de que ela é fã. Espero que seja um incentivo para que ela use o aparelho, que eu dei no ano passado de presente e ela usou muito pouco.
Fiquei preocupado com a Camila no meio do dia, quando mandou uma mensagem de que tinha perdido o celular extra da Claro que eu cedi para ela, mas felizmente ela encontrou. Como eu pretendo entregar pra ela o Samsung que ficou sem usar aqui em casa, mas ele está bloqueado, isso iria melar a intenção do nosso encontro no sábado, e aí é toda uma romaria até conseguir remarcar. Felizmente esse encontro e essas correrias no trabalho ajudaram a tirar um pouco minha cabeça da possível rejeição ou desinteresse do meu... er... bom, melhor não definir ainda. Como amanhã é sexta, e propus de ele me encontrar no fim de semana, sem estresse de voltar pra casa antes que os ônibus e metrô parem de circular, espero que haja manifestações e eu não fique no vácuo... Esse negócio de arriscar e pagar pra ver nunca foi comigo, mas cada vez me vejo mais obrigado a isso.
Ah, e amanhã cedo eu também tenho mais uma entrevista. É nisso que dá, agir no impulso. Agora tenho que bancar o cacife e ver o que o destino coloca à minha porta. E que venha o melhor, que aconteça o melhor, e para o Bem comum.
Fiquei preocupado com a Camila no meio do dia, quando mandou uma mensagem de que tinha perdido o celular extra da Claro que eu cedi para ela, mas felizmente ela encontrou. Como eu pretendo entregar pra ela o Samsung que ficou sem usar aqui em casa, mas ele está bloqueado, isso iria melar a intenção do nosso encontro no sábado, e aí é toda uma romaria até conseguir remarcar. Felizmente esse encontro e essas correrias no trabalho ajudaram a tirar um pouco minha cabeça da possível rejeição ou desinteresse do meu... er... bom, melhor não definir ainda. Como amanhã é sexta, e propus de ele me encontrar no fim de semana, sem estresse de voltar pra casa antes que os ônibus e metrô parem de circular, espero que haja manifestações e eu não fique no vácuo... Esse negócio de arriscar e pagar pra ver nunca foi comigo, mas cada vez me vejo mais obrigado a isso.
Ah, e amanhã cedo eu também tenho mais uma entrevista. É nisso que dá, agir no impulso. Agora tenho que bancar o cacife e ver o que o destino coloca à minha porta. E que venha o melhor, que aconteça o melhor, e para o Bem comum.
4 de maio de 2011
Mais faroeste caboclo
Aproveitando os últimos minutos do dia para fazer este post, melhor nem parar pra lembrar que eu estou acordado há mais de 20 horas ininterruptas. Mas estou gratificado, após tantos dias mais ou menos, por saber que fiz um bom trabalho, por ter sido reconhecido por jornalistas, executivos e por ter me aproximado do meu cliente. Isso ainda é capaz de me animar, graças a Deus!
Fora isso, voltei a viajar até Brasília, desta vez com um tempinho para tirar fotos dos lugares que eu visitei dois anos atrás. Pensei muito também, sobre muitas coisas. Sobre emprego, sobre paciência, sobre tolerância, sobre amor, sobre a vida. Não cheguei a muitas conclusões, óbvio, mas foi bom poder pensar a respeito.
No fim do dia o meu cliente teve a notícia de que um conhecido dele, editor de uma revista, havia falecido. Cinquenta anos o cara, super novo, foi operar de um problema na coluna, o coração não resistiu... e pronto. Fim. Deixou mulher, um filho de 14 e um outro mais novo. Impossível não traçar paralelos, muitos, muitos paralelos. Vou dormir pensando nisso, e espero levar algo dessa lição para aguentar o tranco... digo, o trampo nesta quinta-feira.
Fora isso, voltei a viajar até Brasília, desta vez com um tempinho para tirar fotos dos lugares que eu visitei dois anos atrás. Pensei muito também, sobre muitas coisas. Sobre emprego, sobre paciência, sobre tolerância, sobre amor, sobre a vida. Não cheguei a muitas conclusões, óbvio, mas foi bom poder pensar a respeito.
No fim do dia o meu cliente teve a notícia de que um conhecido dele, editor de uma revista, havia falecido. Cinquenta anos o cara, super novo, foi operar de um problema na coluna, o coração não resistiu... e pronto. Fim. Deixou mulher, um filho de 14 e um outro mais novo. Impossível não traçar paralelos, muitos, muitos paralelos. Vou dormir pensando nisso, e espero levar algo dessa lição para aguentar o tranco... digo, o trampo nesta quinta-feira.
3 de maio de 2011
Suor e lágrimas
Hoje o dia não foi tão ruim quanto o de ontem - e dificilmente um vai ganhar agora, mas ainda assim foi difícil. Começou com a terapia, eu já não estava a fim de ir, e acabei me debulhando em lágrimas no final da sessão. Difícil admitir vulnerabilidade, até mesmo onde se espera que você se mostre vulnerável, viu...
Depois disso, chego no trabalho e meu chefe, ao chegar no escritório, age como se nada tivesse acontecido, como se não tivesse me mandado nenhum email fora do comum e o erro não tivesse sido meu. Talvez ele tenha lembrado que eu não cheguei na conta há 3 anos, apenas há semanas, e peguei o barco andando. De qualquer forma, essa última derrapada dele não vai ser tão fácil de esquecer.
Eu acabei indo para a entrevista que tinha marcado ontem, mas, como eu esperava, não é nada diferente do meu atual, então pra que mudar, né? Acho que só se arrumar em alguma empresa grande ou ir para redação mesmo. E nem sei se aí valeria a pena. Mas vou ficar aberto às possibilidades, e já tem alguma coisa pintando nesse sentido. Vamos ver...
Depois disso, chego no trabalho e meu chefe, ao chegar no escritório, age como se nada tivesse acontecido, como se não tivesse me mandado nenhum email fora do comum e o erro não tivesse sido meu. Talvez ele tenha lembrado que eu não cheguei na conta há 3 anos, apenas há semanas, e peguei o barco andando. De qualquer forma, essa última derrapada dele não vai ser tão fácil de esquecer.
Eu acabei indo para a entrevista que tinha marcado ontem, mas, como eu esperava, não é nada diferente do meu atual, então pra que mudar, né? Acho que só se arrumar em alguma empresa grande ou ir para redação mesmo. E nem sei se aí valeria a pena. Mas vou ficar aberto às possibilidades, e já tem alguma coisa pintando nesse sentido. Vamos ver...
2 de maio de 2011
Difícil
Olha, fazia tempos que eu não tinha um dia tão CAGADO quanto o de hoje. Já sabia que o meu chefe ia surtar com um erro que ele mesmo cometeu, mas não imaginei que ele fosse perder tanto o controle. Foi besteira em cima de besteira em cima de email mal educado. Foi chegando num ponto que há muito tempo eu não chegava, de mandar meu currículo pra tudo quanto é canto, tamanha a frustração.
E, como das outras vezes, acabei sendo chamado pra uma entrevista amanhã à tarde. O único ponto positivo desta segunda-feira foi isso mesmo, poder confirmar que pelo menos meu histórico ainda é bem visto no mercado, e pude conseguir um retorno rápido. Vamos ver agora o que acontece amanhã. Também tenho terapia, mas não estou nem um pouco com vontade.
Eu retomei o blog agora em maio com tantas expectativas, tante vontade de fazer as coisas se encaixarem finalmente... Mas se o mês tiver muitos dias assim, vai ser bastante difícil.
E, como das outras vezes, acabei sendo chamado pra uma entrevista amanhã à tarde. O único ponto positivo desta segunda-feira foi isso mesmo, poder confirmar que pelo menos meu histórico ainda é bem visto no mercado, e pude conseguir um retorno rápido. Vamos ver agora o que acontece amanhã. Também tenho terapia, mas não estou nem um pouco com vontade.
Eu retomei o blog agora em maio com tantas expectativas, tante vontade de fazer as coisas se encaixarem finalmente... Mas se o mês tiver muitos dias assim, vai ser bastante difícil.
1 de maio de 2011
Colocando a casa em ordem
Daí que estamos em maio, e mais uma vez me vejo às voltas com o desejo de criar novos hábitos, agitar as coisas, romper os padrões... e ao mesmo tempo alimentando todos as manias e tudo aquilo que eu planejo mudar, como nos velhos tempos. Por que isso, essa insatisfação eterna, e esse medo eterno do novo, têm de andar de mãos dadas?
Tanta coisa aconteceu neste pouco mais de um mês que eu fiquei sem postar aqui... e ao mesmo tempo fico com a impressão de que estou sempre escrevendo o mesmo texto. Neste exato momento, depois de um domingo inteiro sem fazer nada (exceto ler e navegar na Internet) estou verificando minhas finanças, e descubro que todas as minhas prestações acabam em junho. Exceto pelo iPad, que vai até o fim do ano, claro. Não é possível que eu não consiga colocar as coisas em ordem até lá. Gosto tanto de me imaginar mais perseverante e mais capaz do que os outros, eu simplesmente tenho de conseguir! Vou fazer desse meu objetivo primordial neste mês de maio. É hora de colocar a casa em ordem, em mais de um aspecto!
Tanta coisa aconteceu neste pouco mais de um mês que eu fiquei sem postar aqui... e ao mesmo tempo fico com a impressão de que estou sempre escrevendo o mesmo texto. Neste exato momento, depois de um domingo inteiro sem fazer nada (exceto ler e navegar na Internet) estou verificando minhas finanças, e descubro que todas as minhas prestações acabam em junho. Exceto pelo iPad, que vai até o fim do ano, claro. Não é possível que eu não consiga colocar as coisas em ordem até lá. Gosto tanto de me imaginar mais perseverante e mais capaz do que os outros, eu simplesmente tenho de conseguir! Vou fazer desse meu objetivo primordial neste mês de maio. É hora de colocar a casa em ordem, em mais de um aspecto!
25 de março de 2011
Reminiscências
Para terminar a semana, que pareceu ter 50 dias condensados em 5, fui me encontrar num barzinho com uma amiga, que trabalhou comigo na minha primeira assessoria de imprensa, e que eu não via há séculos. Mais uma vez, tive que lutar contra o primeiro impulso, de fugir, inventar uma desculpa, qualquer coisa que não me obrigasse a encarar. Mas acabei indo. Foi bom relembrar e comparar as coisas, o que aconteceu na vida de cada um nesses quase 5 anos, mas, como quando encontrei outra colega desse tempo, chega uma hora em que as reminiscências acabam, e você percebe que, hoje em dia, tem muito pouco ou quase nada em comum com aquela pessoa. Não dá mais pra dizer que são amigos, apenas conhecidos que, por um tempo, trabalharam juntos. Isso não é motivo para drama, apenas é. E bola pra frente, até poder repetir a próxima, certo? Certo?
24 de março de 2011
Karma Chameleon
É muito difícil encarar uma tarefa que não se quer realizar, que não dá pra transferir, que não dá pra adiar. A gente se sente meio que bicho acuado, e comigo não é diferente. Não é de hoje que eu reclamo do barulho dos vizinhos, e em terapia pude identificar que uma das coisas que me incomoda na real é o fato de eles agirem como se o mundo ao redor não tivesse importância - o universo deles acaba nos muros que separam a casa deles das outras, e o resto que se dane. Ou, pelo menos, tem sido assim nos últimos quatro anos.
Uma das surpresas quando eu voltei de viagem na semana passada foi a de que o quarto ocupado pela pior dessas vizinhas (acho que era alugado) estava vazio. Como minha irmã não prestou atenção, não sei ao certo se ela se foi de vez - rezo para que sim, para que ela tenha encontrado um lugar bem melhor e não volte para essa região da cidade nunca mais! Nunca mais ter de ouvir essas músicas horrorosas que ela colocava nos piores horários já será, de fato, um ganho enorme.
O problema é que ela já me deixou traumatizado, e a dona da casa onde ela mora pode inventar de colocar alguém ainda pior no lugar. Pra completar, desde o início do mês ela iniciou a construção de um outro patamar na casa, e os pedreiros chegam pontualmente às 7hs todo. santo. dia. Bem no horário em que estou levantando.
Enfim, para resumir, enquanto estava viajando vi uma matéria sobre a possibilidade de se denunciar obras ilegais para a prefeitura - já que toda reforma ou construção precisa de um alvará de autorização, emitido a partir do projeto de um engenheiro ou arquiteto. Minha dúvida, até semana passada, era se eu devia de fato denunciar essa obra. Claro que a vingança, o troco de poder mostrar a eles que as coisas têm consequências nessa vida, é o que mais me motivava, mas ao mesmo tempo tinha o receio de alguém descobrir que fui eu e retaliar - não só em mim, como em minha mãe ou minha irmã, que moram comigo. Quase desisti - como ocorre com quase tudo em minha vida, aliás.
Até que, nesta quinta-feira, decidi que ia até o fim. Fui até a subprefeitura e denunciei. Não conseguiria ficar em paz sabendo que poderia ter feito algo para impedir algum acidente, ou até para ir à forra mesmo, olhando pelo lado menos nobre da questão. Foi uma vitória pesssoal, fazer isso sem falar para ninguém, sem pedir opinião de ninguém, sem ouvir conselhos ou envolver ninguém na história. Agora me resta esperar, mas posso dizer que fiz minha parte. Agora, cabe a Deus, ou destino, ou qualquer coisa que esteja aí maior e em nossa volta, decidir qual será o próximo lance nessa história.
Uma das surpresas quando eu voltei de viagem na semana passada foi a de que o quarto ocupado pela pior dessas vizinhas (acho que era alugado) estava vazio. Como minha irmã não prestou atenção, não sei ao certo se ela se foi de vez - rezo para que sim, para que ela tenha encontrado um lugar bem melhor e não volte para essa região da cidade nunca mais! Nunca mais ter de ouvir essas músicas horrorosas que ela colocava nos piores horários já será, de fato, um ganho enorme.
O problema é que ela já me deixou traumatizado, e a dona da casa onde ela mora pode inventar de colocar alguém ainda pior no lugar. Pra completar, desde o início do mês ela iniciou a construção de um outro patamar na casa, e os pedreiros chegam pontualmente às 7hs todo. santo. dia. Bem no horário em que estou levantando.
Enfim, para resumir, enquanto estava viajando vi uma matéria sobre a possibilidade de se denunciar obras ilegais para a prefeitura - já que toda reforma ou construção precisa de um alvará de autorização, emitido a partir do projeto de um engenheiro ou arquiteto. Minha dúvida, até semana passada, era se eu devia de fato denunciar essa obra. Claro que a vingança, o troco de poder mostrar a eles que as coisas têm consequências nessa vida, é o que mais me motivava, mas ao mesmo tempo tinha o receio de alguém descobrir que fui eu e retaliar - não só em mim, como em minha mãe ou minha irmã, que moram comigo. Quase desisti - como ocorre com quase tudo em minha vida, aliás.
Até que, nesta quinta-feira, decidi que ia até o fim. Fui até a subprefeitura e denunciei. Não conseguiria ficar em paz sabendo que poderia ter feito algo para impedir algum acidente, ou até para ir à forra mesmo, olhando pelo lado menos nobre da questão. Foi uma vitória pesssoal, fazer isso sem falar para ninguém, sem pedir opinião de ninguém, sem ouvir conselhos ou envolver ninguém na história. Agora me resta esperar, mas posso dizer que fiz minha parte. Agora, cabe a Deus, ou destino, ou qualquer coisa que esteja aí maior e em nossa volta, decidir qual será o próximo lance nessa história.
23 de março de 2011
Faroeste Caboclo
Daí que eu fui pra Brasília novamente nesta quarta-feira, a trabalho. No começo não fiquei contente, mas eu nunca fico contente de cara com qualquer coisa que aconteça pra mudar minha rotina. Some-se a isso o eterno medo de tudo que pode dar errado e de ter de resolver as coisas por mim mesmo e me expor, e fica impossível relaxar. Mas, desde logo cedo, tudo deu certo. Meu chefe deu boas dicas e orientações, cheguei no aeroporto e o vôo de ida foi tranquilo, e dali pra frente as coisas se encaixaram. Apesar do clima bem mais agradável do que a última vez que estive na cidade (há exatos dois anos - dá pra ver a postagem correspondente no blog, rs...), a agenda estave muito apertada. Durante o dia inteiro, fiquei só com um misto-quente e uma coca-cola.
Acabei participando, a pedido do meu cliente, da reunião no gabinete do Ministro. Parecia coisa de filme de máfia. Os capos todos alinhados em torno do ministro, mais ou menos de acordo com a ordem de importância, e os consiglieri todos em cadeiras atrás dos seus respectivos assessorados. Tudo bem que a única vez em que me inclinei pra falar com meu cliente foi pra perguntar se eu podia descer que o importante da reunião tinha passado. Mas, no geral, deu tudo certo, e todos ficaram bastante satisfeito - meu cliente, os jornalista e, por extensão, eu mesmo.
Só pra encerrar, o prosaico das coisas: não consigo tirar aquela sensação de que um avião é um meio meio antinatural de transporte, né? Aquela coisa enorme, pesadona, voando pelos ares com um monte de gente dentro, encapsulados e dependendo de um cara só? Muita responsa ser piloto, viu? Eu não conseguiria. Mas nada como ver as luzes de São Paulo na hora da chegada. Lindo, lindo!
A outra coisa é o espírito de proletariado que não me larga: não consigo me imaginar pegando um táxi lá do aeroporto de Congonhas até o lugar onde eu moro e depois pedir reembolso de uma corrida que, fácil, ultrapassa os R$ 100. Peguei um ônibus até o metrô e vim normalmente, como voltando de um dia de trabalho. Don't call my name, don't call my name, Caxias!
Acabei participando, a pedido do meu cliente, da reunião no gabinete do Ministro. Parecia coisa de filme de máfia. Os capos todos alinhados em torno do ministro, mais ou menos de acordo com a ordem de importância, e os consiglieri todos em cadeiras atrás dos seus respectivos assessorados. Tudo bem que a única vez em que me inclinei pra falar com meu cliente foi pra perguntar se eu podia descer que o importante da reunião tinha passado. Mas, no geral, deu tudo certo, e todos ficaram bastante satisfeito - meu cliente, os jornalista e, por extensão, eu mesmo.
Só pra encerrar, o prosaico das coisas: não consigo tirar aquela sensação de que um avião é um meio meio antinatural de transporte, né? Aquela coisa enorme, pesadona, voando pelos ares com um monte de gente dentro, encapsulados e dependendo de um cara só? Muita responsa ser piloto, viu? Eu não conseguiria. Mas nada como ver as luzes de São Paulo na hora da chegada. Lindo, lindo!
A outra coisa é o espírito de proletariado que não me larga: não consigo me imaginar pegando um táxi lá do aeroporto de Congonhas até o lugar onde eu moro e depois pedir reembolso de uma corrida que, fácil, ultrapassa os R$ 100. Peguei um ônibus até o metrô e vim normalmente, como voltando de um dia de trabalho. Don't call my name, don't call my name, Caxias!
22 de março de 2011
Divagações
Hoje o dia foi puxado, tenso, divertido, desafiador, tudo junto ao mesmo tempo agora. Fui à terapia e, apesar de falar pouco sobre o que passou, sobre minha viagem de férias e os dias que passei afastado, deu pra falar bastante sobre o que me espera, sobre o que eu sonho de verdade, e sobre esse medo de enfrentar as coisas e assumir a responsabilidade pelos meus atos. Acabou que no fim do dia fui remetido a essa grande questão, quando um dos meus clientes solicitou que eu fosse a Brasília, como aconteceu há dois anos, para aproximá-lo junto aos jornalistas de lá. Tudo bem que eu mesmo não tenho nenhuma penetração com os jornalistas de lá, mas pelo menos dá pra fazer uma média. Espero que corra tudo bem, mesmo. Gosto desse cliente, com quem já estou há mais de 3 anos, e acho que fiz um bom trabalho nesse meio tempo. Espero continuar por, no mínimo, mais 3 anos, e continuar evoluindo no meu trabalho.
Na volta, de metrô, encontrei um cara tão lindo. Geralmente encontro esses amores possíveis no metrô ou em um onibus, e fico divagando como seria bom se... Carência tem batido forte nos últimos tempos, principalmente quando penso que sempre negligenciei esse aspecto da minha vida, que sempre foi tão difícil de enfrentar. Preciso refletir mais sobre isso...
Na volta, de metrô, encontrei um cara tão lindo. Geralmente encontro esses amores possíveis no metrô ou em um onibus, e fico divagando como seria bom se... Carência tem batido forte nos últimos tempos, principalmente quando penso que sempre negligenciei esse aspecto da minha vida, que sempre foi tão difícil de enfrentar. Preciso refletir mais sobre isso...
21 de março de 2011
Retomada
O tema para esta semana só pode ser esse, retomar. Retomar o trabalho após as primeiras férias dignas desse nome que eu tive, retomar hábitos que eu estava deixando meio de lado nos últimos tempos, em busca de uma vida mais saudável, retomrar (ou tomar mesmo, nesse caso) atitudes mais maduras em relação a minha vida. Enfim, retomar as rédeas da minha vida. Será que eu consigo? Vai exigir muito reforço positivo e persistência, mas agora vai!
23 de fevereiro de 2011
Seguindo a correnteza
Então o grande evento do mês veio e passou, como é da natureza de todas as coisas. Foi melhor do que eu pensei, embora quase tudo que ocorre na prática é melhor do que eu pensei, pelo menos no longo prazo - ou pelo menos eu acabo percebendo isso mais cedo ou mais tarde. Minha participação na tal da workshop foi reduzida ao mínimo, bem como eu gosto. Nunca fui bom em eventos, nem quando as luzes da ribalta estão voltadas para mim, acho que eu daria um péssimo ator.
Pelo menos consigo disfarçar e fingir interesse no que meus chefes falam, e passar para os clientes uma imagem de "confiável" ou "educado". É impressionante como todos caem nessa. Não estou dizendo que eu não seja confiável e educado, mas nem sempre me sinto assim - algumas vezes é bem o oposto disso, mas consigo permanecer com o semblante impassível. Afinal, para quê ficar latindo na árvore errada? Eu só espero que essa ilusão permaneça por mais alguns dias, e que minhas férias estejam garantidas. Amanhã eu farei as entrevistas para preencher a vaga que está faltando no escritório, mas agora que meu chefe anda prometendo mundos e fundos com projetos mirabolantes, vai ser um esforço extra fazer "cara de conteúdo" quando o que mais quero é estar longe daquele escritório.
Só não sei com que fim eu quero tanto essas férias, visto que
1. não quero voltar a gastar tanto quanto antes de apertar o cinto em fevereiro.
2. a perspectiva de ficar em casa durante todas as férias (curtas) e exposto a esses vizinhos infernais todos os dias, o dia todo, é o contrário de relaxamento e tranquilidade. Aliás, é o exato oposto.
e 3. estou com aquela sensação de que não quero que as coisas andem muito sem mim, sabe? Essa fase de transição de patamar que não ata nem desata tem acabado comigo.
Bom, é isso. A gente fica ansioso por algum acontecimento, algum marco, e quando ele passa, sobra o anticlímax. História da minha vida.
Pelo menos consigo disfarçar e fingir interesse no que meus chefes falam, e passar para os clientes uma imagem de "confiável" ou "educado". É impressionante como todos caem nessa. Não estou dizendo que eu não seja confiável e educado, mas nem sempre me sinto assim - algumas vezes é bem o oposto disso, mas consigo permanecer com o semblante impassível. Afinal, para quê ficar latindo na árvore errada? Eu só espero que essa ilusão permaneça por mais alguns dias, e que minhas férias estejam garantidas. Amanhã eu farei as entrevistas para preencher a vaga que está faltando no escritório, mas agora que meu chefe anda prometendo mundos e fundos com projetos mirabolantes, vai ser um esforço extra fazer "cara de conteúdo" quando o que mais quero é estar longe daquele escritório.
Só não sei com que fim eu quero tanto essas férias, visto que
1. não quero voltar a gastar tanto quanto antes de apertar o cinto em fevereiro.
2. a perspectiva de ficar em casa durante todas as férias (curtas) e exposto a esses vizinhos infernais todos os dias, o dia todo, é o contrário de relaxamento e tranquilidade. Aliás, é o exato oposto.
e 3. estou com aquela sensação de que não quero que as coisas andem muito sem mim, sabe? Essa fase de transição de patamar que não ata nem desata tem acabado comigo.
Bom, é isso. A gente fica ansioso por algum acontecimento, algum marco, e quando ele passa, sobra o anticlímax. História da minha vida.
20 de fevereiro de 2011
Como?
Será muito cedo para fazer um balanço de 2011? Talvez seja, mas é importante para mim registrar o que tem acontecido nessas primeira semanas, nem que seja para revisitar tudo depois e ver o quão equivocado ou melodramático eu fui. Me parece que o mundo está um pouco... fora de prumo, de alguma forma. Como se tudo tivesse perdido um pouco do brilho, e nada do que eu faço me traz prazer ou alegria, não da forma como antes. Os dias passam, se repetem, o trabalho se avoluma, as pessoas se afastam, e eu simplesmente não sei o que fazer com isso tudo.
Queimo os neurônios tentando encontrar uma saída desse estado mental de suspensão, mas não consigo chegar a uma conclusão. Sair mais com os amigos? Sair menos? Sair com gente diferente? Me isolar em casa? Tentar não ligar tanto para os vizinhos que me perturbam? Acho que aí posso estar chegando a algum lugar. Acho tão estranho que, embora incomodem muito menos do que faziam quando eu mudei para esta casa, ainda assim só de ouvir a voz deles (o que não é nada difícil) me suba uma raiva escaldante? Gostaria mesmo de ligar menos para essas pessoas, conseguir enfiar na cabeça de que não é só aqui que há esses problemas com vizinhos, que não é só na minha casa que eles incomodam, e etc, etc, etc... Só que é muito fácil na teoria, como tantas outras questões.
Tenho colocado minhas fichas nas próximas férias, em março agora, não só pra relaxar como também para colocar minhas finanças em ordem, mas como fazer? Como? Como?
Queimo os neurônios tentando encontrar uma saída desse estado mental de suspensão, mas não consigo chegar a uma conclusão. Sair mais com os amigos? Sair menos? Sair com gente diferente? Me isolar em casa? Tentar não ligar tanto para os vizinhos que me perturbam? Acho que aí posso estar chegando a algum lugar. Acho tão estranho que, embora incomodem muito menos do que faziam quando eu mudei para esta casa, ainda assim só de ouvir a voz deles (o que não é nada difícil) me suba uma raiva escaldante? Gostaria mesmo de ligar menos para essas pessoas, conseguir enfiar na cabeça de que não é só aqui que há esses problemas com vizinhos, que não é só na minha casa que eles incomodam, e etc, etc, etc... Só que é muito fácil na teoria, como tantas outras questões.
Tenho colocado minhas fichas nas próximas férias, em março agora, não só pra relaxar como também para colocar minhas finanças em ordem, mas como fazer? Como? Como?
16 de fevereiro de 2011
4 coisas
4 coisas na minha mochila:
- meu óculos de sol
- minha coisas da natação natação
- um cabo USB pro celular
- desorante (sem cheiro da Dove :-))
4 coisas na minha mesa de trabalho:
- um conjunto de canetas Stabilo
- uma chave Phillips
- um Manual de Redação de O Estado de S. Paulo
- uma caixa de Amanditas
4 coisas favoritas no meu quarto:
- minha estante de livros
- a caminha da minha cachorra Penélope
- a MINHA cama
- minha luminária
4 coisas que estou curtindo no momento:
- meu projeto de não gastar com supérfluos até março
- reler o livro Uma Coisa de Nada, do Mark Haddon
- Glee! que voltou à boa forma após nesta segunda metade de temporada
- uma melancoliazinha que insiste em me rodear
4 músicas que não consigo tirar da cabeça:
- Somebody to Love
- Firework
- Take Me or Leave Me
- Sing
(todas de Glee, porque vício pouco é bobagem)
E obrigado à Camila por ter me indicado pro meme, achei bem legal a ideia. ;-)
- meu óculos de sol
- minha coisas da natação natação
- um cabo USB pro celular
- desorante (sem cheiro da Dove :-))
4 coisas na minha mesa de trabalho:
- um conjunto de canetas Stabilo
- uma chave Phillips
- um Manual de Redação de O Estado de S. Paulo
- uma caixa de Amanditas
4 coisas favoritas no meu quarto:
- minha estante de livros
- a caminha da minha cachorra Penélope
- a MINHA cama
- minha luminária
4 coisas que estou curtindo no momento:
- meu projeto de não gastar com supérfluos até março
- reler o livro Uma Coisa de Nada, do Mark Haddon
- Glee! que voltou à boa forma após nesta segunda metade de temporada
- uma melancoliazinha que insiste em me rodear
4 músicas que não consigo tirar da cabeça:
- Somebody to Love
- Firework
- Take Me or Leave Me
- Sing
(todas de Glee, porque vício pouco é bobagem)
E obrigado à Camila por ter me indicado pro meme, achei bem legal a ideia. ;-)
15 de fevereiro de 2011
Destrinchando o frango
Sempre me espanto com a abrangência mesquinhez alheia. É impressionante a quantidade de gente com tempo livre para se preocupar com aquele único pontinho branco em meio a um milhão de pontinhos pretos. Queria mesmo descobrir a fórmula mágica para não me deixar abalar com esses espíritos atrasados, mas ainda não cheguei nesse estágio. Então é ir engolindo os sapos e digerindo as mágoas, que acabam passando, e tentar tirar algo de bom do dia. Pelo menos tive a terapia para botar algo para fora, isso é sempre bom. E, pelo que vi no começo desta semana no trabalho, não é só comigo o problema, acontece com todo mundo. OK, pode não ser muito reconfortante, mas ajuda a relativizar as coisas. E também é sempre a mesma problemática pessoa, então você sabe que é uma mal-amada. É a única explicação possível, preconceito ou não. Mas amanhã destrincharei esse frango.
Outra coisa que percebi é que este é o post de número 350 do blog. Normalmente eu tentaria fazer disso algum marco, como tenho mania de fazer com números redondos, por algum motivo ou outro. Mas melhor não, venho tentando romper com padrões de comportamento, e pode muito bem ser esse de achar que cada virada de mês ou número decimal que me aparece na vida pode ser revestido de significado. Afinal, o significado deve fazer o dia e não o contrário... ou não?
Outra coisa que percebi é que este é o post de número 350 do blog. Normalmente eu tentaria fazer disso algum marco, como tenho mania de fazer com números redondos, por algum motivo ou outro. Mas melhor não, venho tentando romper com padrões de comportamento, e pode muito bem ser esse de achar que cada virada de mês ou número decimal que me aparece na vida pode ser revestido de significado. Afinal, o significado deve fazer o dia e não o contrário... ou não?
12 de fevereiro de 2011
O lado negro da força
Eita semaninha difícil. Eu sabia que fevereiro ia ser meio complicado por conta do último desafio autoimposto do último post, mas mesmo assim, tem sido espinhoso. Mas consegui passar a semana economizando, apenas pagando as contas que já tinham sido feitas, principalmente a terapia e o transporte do mês. Quase dei uma derrapada na quinta-feira, mas o destino, o universo ou tudo isso junto deram uma forcinha pra eu me manter na linha.
É que a semana também foi tensa no trabalho, com um monte de pendengas chatas, e os ainda mais chatos de plantão se manifestando com toda a força. Fiquei com receio de ter dado dois ou três passos em falso, mas é difícil controlar cada frasezinha que eu digo, calcular cada movimento é exaustivo. Gostaria muito de ser uma pessoa que não se envolve, que consegue se manter à parte, discreta e não emitir opinião. Mas durante muita parte da minha adolescência (pra não dizer toda ela) me fiz de invisível, agora é que eu não quero apenas passar despercebido. Quero fazer diferença e gosto de deixar claro quando algo me desagrada. Enfim, todo esse desvio foi pra dizer que me falaram algumas coisas que eu não gostei no trabalho, e eu respondi fazendo o que faço melhor, que é causar a discórdia.
O que eu posso fazer? Colocando a modéstia de lado, e aproveitando que isso aqui é um blog estritamente pessoal, posso afirmar que sempre fui bom em liderar e transmitir meu estado de espírito pra um ambiente no qual eu convivo. Então, sei que sou capaz de colocar as pessoas pra trabalhar em equipe, pra elogiar, pra falar o que elas querem ouvir. Mas também sou ótimo para eleger uma vítima social e praticar o ostracismo. Aprendi essa lição bem cedo, que a pior coisa que se pode fazer para alguém é o isolamento, a indiferença. Não é meu traço mais positivo, nem de longe, mas ele está aqui. Eu posso lutar contra ele, e é o que geralmente faço, mas tem horas em que todo mundo precisa de um drama, e é daí que eu tiro o meu.
Sei que esse texto ficou meio ambíguo e nebuloso pra quem não acompanha minha vida, mas são pouquíssimas as pessoas que devem passar por aqui hoje em dia, e talvez eu trabalhe nele pra deixar as coisas mais às claras. Vamos ver o que acontecerá nos próximos dias. Não gosto de me sentir assim, e geralmente uma semana é o máximo pra permanecer nesse humor sombrio. Espero que a segunda-feira coopere com essa previsão.
É que a semana também foi tensa no trabalho, com um monte de pendengas chatas, e os ainda mais chatos de plantão se manifestando com toda a força. Fiquei com receio de ter dado dois ou três passos em falso, mas é difícil controlar cada frasezinha que eu digo, calcular cada movimento é exaustivo. Gostaria muito de ser uma pessoa que não se envolve, que consegue se manter à parte, discreta e não emitir opinião. Mas durante muita parte da minha adolescência (pra não dizer toda ela) me fiz de invisível, agora é que eu não quero apenas passar despercebido. Quero fazer diferença e gosto de deixar claro quando algo me desagrada. Enfim, todo esse desvio foi pra dizer que me falaram algumas coisas que eu não gostei no trabalho, e eu respondi fazendo o que faço melhor, que é causar a discórdia.
O que eu posso fazer? Colocando a modéstia de lado, e aproveitando que isso aqui é um blog estritamente pessoal, posso afirmar que sempre fui bom em liderar e transmitir meu estado de espírito pra um ambiente no qual eu convivo. Então, sei que sou capaz de colocar as pessoas pra trabalhar em equipe, pra elogiar, pra falar o que elas querem ouvir. Mas também sou ótimo para eleger uma vítima social e praticar o ostracismo. Aprendi essa lição bem cedo, que a pior coisa que se pode fazer para alguém é o isolamento, a indiferença. Não é meu traço mais positivo, nem de longe, mas ele está aqui. Eu posso lutar contra ele, e é o que geralmente faço, mas tem horas em que todo mundo precisa de um drama, e é daí que eu tiro o meu.
Sei que esse texto ficou meio ambíguo e nebuloso pra quem não acompanha minha vida, mas são pouquíssimas as pessoas que devem passar por aqui hoje em dia, e talvez eu trabalhe nele pra deixar as coisas mais às claras. Vamos ver o que acontecerá nos próximos dias. Não gosto de me sentir assim, e geralmente uma semana é o máximo pra permanecer nesse humor sombrio. Espero que a segunda-feira coopere com essa previsão.
5 de fevereiro de 2011
Projeto Fevereiro
Me propus um projeto /desafio agora em fevereiro: colocar meus gastos em ordem. Uma coisa radical: levar marmita o maior número de dias possível, e resistir o quanto puder a passar o cartão de crédito. Pode parecer banal, mas o fato é que ao longo do tempo fiquei dependente demais dessa recompensa imediata que comprar alguma coisa traz. Como se fosse a solução para uma resposta invertida no trabalho ou a esnobada de um cara bonito na rua ou na academia. Uma que isso não estava tendo a mesma eficácia do que antes, e outra que estou farto de ter um treco cada vez que tenho de fazer malabarismos com as faturas dos cartões.
Não é possível eu ficar me perguntando todo mês como é que eu sou o que melhor ganha na minha família, e não consiga guardar nada. Então, por isso o desafio. Apertar o cinto, pisar no freio, e reavaliar minha relação com o dinheiro e os meus gastos. Não foi muito fácil nesses primeiros dias do mês, e pensar que ainda faltam 4 semanas até o próximo pagamento chega a desanimar, mas nada de esmorecer.
Acho que a situação no trabalho, com tantos eventos pra acontecer este mês, vai ajudar um pouco a focar nisso, ou pelo menos é o que espero. Daí posso até cogitar uma viagenzinha nas férias. Sonhar não custa nada - ainda!
Não é possível eu ficar me perguntando todo mês como é que eu sou o que melhor ganha na minha família, e não consiga guardar nada. Então, por isso o desafio. Apertar o cinto, pisar no freio, e reavaliar minha relação com o dinheiro e os meus gastos. Não foi muito fácil nesses primeiros dias do mês, e pensar que ainda faltam 4 semanas até o próximo pagamento chega a desanimar, mas nada de esmorecer.
Acho que a situação no trabalho, com tantos eventos pra acontecer este mês, vai ajudar um pouco a focar nisso, ou pelo menos é o que espero. Daí posso até cogitar uma viagenzinha nas férias. Sonhar não custa nada - ainda!
4 de fevereiro de 2011
Nesse meio tempo...
Ideias e acontecimentos para posts foram vários durante o mês de janeiro, mas, por algum motivo que eu não consigo definir, foi difícil vir para cá escrever. Hoje mesmo, estou começando por não conseguir escrever e vendo no que dá a partir daí.
O trabalho tem sido bastante atribulado, consumido todas as minhas energias. Às vezes tenho a sensação de que estou sempre esperando que no próximo mês as coisas fiquem mais tranquilas... e elas nunca ficam! Pelo menos as perspectivas são boas: mudança para um escritório melhor, entrada de novos clientes, contratação de uma espécie de assistente. Mencionou-se até aumento de salário, mas nem vou contar muito com isso pra não miar. Tive alguns entreveros com o filho do sócio, mas isso são ossos do ofício. Conflitos e rusgas acontecem de tempos em tempos, o diferencial desta vez foi que consegui impor minha opinião, apresar da crítica. Claro, isso fez com que eu saísse 17h30 do escritório pra espairecer no Ibirapuera, o que foi bom, já que deu pra curtir um fim de tarde lindo, ler bastante, ver gente bonita... Quero ser se repito a façanha esta semana, de repente.
Depois disso, já nesta semana, eu fiz algumas entrevistas, e entreguei para o meu chefe o meu "plano de ataque", como eu acho que as coisas devem ser divididas este ano. Ele não pareceu gostar muito, mas ele nunca gosta de ideias que não surjam dele, apenas quando ele acha que pensou naquilo primeiro. Infelizmente, o cara que eu tinha escolhido para entrar aqui já tinha arrumado outro emprego, então vou ter de esperar um pouco pra me livrar desses empecilhos. Pelo menos consegui marcar minhas férias para logo depois do Carnaval...
O trabalho tem sido bastante atribulado, consumido todas as minhas energias. Às vezes tenho a sensação de que estou sempre esperando que no próximo mês as coisas fiquem mais tranquilas... e elas nunca ficam! Pelo menos as perspectivas são boas: mudança para um escritório melhor, entrada de novos clientes, contratação de uma espécie de assistente. Mencionou-se até aumento de salário, mas nem vou contar muito com isso pra não miar. Tive alguns entreveros com o filho do sócio, mas isso são ossos do ofício. Conflitos e rusgas acontecem de tempos em tempos, o diferencial desta vez foi que consegui impor minha opinião, apresar da crítica. Claro, isso fez com que eu saísse 17h30 do escritório pra espairecer no Ibirapuera, o que foi bom, já que deu pra curtir um fim de tarde lindo, ler bastante, ver gente bonita... Quero ser se repito a façanha esta semana, de repente.
Depois disso, já nesta semana, eu fiz algumas entrevistas, e entreguei para o meu chefe o meu "plano de ataque", como eu acho que as coisas devem ser divididas este ano. Ele não pareceu gostar muito, mas ele nunca gosta de ideias que não surjam dele, apenas quando ele acha que pensou naquilo primeiro. Infelizmente, o cara que eu tinha escolhido para entrar aqui já tinha arrumado outro emprego, então vou ter de esperar um pouco pra me livrar desses empecilhos. Pelo menos consegui marcar minhas férias para logo depois do Carnaval...
25 de janeiro de 2011
A volta dos que não foram
Esses dias eu abro meu email no trabalho, e tinha uma mensagem de uma menina da faculdade. Essa colega, mais velha do que a turma, foi amiga minha desde o primeiro dia de aula, mas no último ano o comportamento irracional dela para algumas coisas se voltou contra mim (tudo motivado por um maldito disquete! sim, na época ainda se usava disquetes). Apesar de minha vontade de sumir de sempre, me apeguei a esse contato e ao TCC que fazíamos porque eu também tinha investido muito nesse trabalho. Até que chegou a apresentação para a banca, tiramos a nota máxima, e eu cumpri minha palavra de que não queria ter mais nada a ver com esse livro-reportagem que tínhamos preparado ou com essa pessoa.
Até que alguns meses atrás, outro membro do nosso grupo tinha mandado uma mensagem via Facebook, dizendo que estava pensando, junto com essa colega, em registrar o livro. Perguntava se eu tinha interesse em participar, mas eu mantive minha opinião e disse que não haveria problemas nenhum em ceder meus direitos (se é que se pode dizer que eu os tinha) sobre o livro, de forma oficial se fosse preciso. A coisa ficou por isso, até esse e-mail de dias atrás.
O que me espantou na mensagem foi que ela demonstrava claramente que a pessoa não mudou em nada seu comportamento, muito provavelmente porque ela não considere que precisa mudar alguma coisa. Inclusive mencionou a mim como testemunha de seus direitos e primazias por ter escolhido o tema e o nome do livro, em uma conversa, um dia, há mais de sete (isso mesmo, sete!) anos. Aí foi que me bateu: isso é ser apegado ao passado.
Sempre me atormentei com minhas memórias, fugi delas, considero mais nocivo do que benéfico me lembrar das coisas, de tantas coisas, como eu me lembro. Conversando com uma amiga, porém, alguém que eu conheço há quase 15 anos (por irônico que pareça), vi o quanto evoluí nesse tempo, ano a ano. Um processo difícil e até por vezes doloroso, mas quando volto esse olhar para trás, extremamente gratificante.
E essa história toda me serviu para evidenciar uma qualidade, que eu nem considerava assim: essa percepção e aceitação de que não sou perfeito, de que preciso mudar e melhorar, e sempre vou precisar mudar e melhorar - e posso! E quero! E vou! Não dá pra ficar parado, vendo a banda passar.
Até que alguns meses atrás, outro membro do nosso grupo tinha mandado uma mensagem via Facebook, dizendo que estava pensando, junto com essa colega, em registrar o livro. Perguntava se eu tinha interesse em participar, mas eu mantive minha opinião e disse que não haveria problemas nenhum em ceder meus direitos (se é que se pode dizer que eu os tinha) sobre o livro, de forma oficial se fosse preciso. A coisa ficou por isso, até esse e-mail de dias atrás.
O que me espantou na mensagem foi que ela demonstrava claramente que a pessoa não mudou em nada seu comportamento, muito provavelmente porque ela não considere que precisa mudar alguma coisa. Inclusive mencionou a mim como testemunha de seus direitos e primazias por ter escolhido o tema e o nome do livro, em uma conversa, um dia, há mais de sete (isso mesmo, sete!) anos. Aí foi que me bateu: isso é ser apegado ao passado.
Sempre me atormentei com minhas memórias, fugi delas, considero mais nocivo do que benéfico me lembrar das coisas, de tantas coisas, como eu me lembro. Conversando com uma amiga, porém, alguém que eu conheço há quase 15 anos (por irônico que pareça), vi o quanto evoluí nesse tempo, ano a ano. Um processo difícil e até por vezes doloroso, mas quando volto esse olhar para trás, extremamente gratificante.
E essa história toda me serviu para evidenciar uma qualidade, que eu nem considerava assim: essa percepção e aceitação de que não sou perfeito, de que preciso mudar e melhorar, e sempre vou precisar mudar e melhorar - e posso! E quero! E vou! Não dá pra ficar parado, vendo a banda passar.
24 de janeiro de 2011
Mais uma volta no círculo
Mais um aniversário, rumo aos 30. Se no ano passado o tema foi reunião, este ano foi aprendizado. Talvez eu tenha viajado demais nessas de autoajuda, autoconhecimento e outros autos, vendo lições onde não haja, mas têm sido dias intensos no sentido de várias coisas que ficaram obscuras por tanto tempo virem à luz.
Chegou a hora mesmo de assumir a responsabilidade pelo que eu quero ou não fazer, pelo que eu tenho vontade de fazer com a minha vida. Não quero dizer com isso que estou fazendo esforço para ser insensível ou indiferente, mas simplesmente aceitei que não vou agradar a todos o tempo todo.
Então é isso. Reconheço meus defeitos, vou buscar melhorá-los. Tenho visto melhor minhas qualidades, vou usá-las mais. Tenho ambições materiais, sim, profissionais também. Mas é tempo de criar algo que perdure, sim. Com os últimos acontecimentos, tenho voltado a pensar mais no amor, em encontrar alguém. Não apenas luxúria, quero dizer, esse lado em mim nunca foi muito desenvolvido. Sinto falta de companheirismo ultimamente, não é engraçado? Ok, não é tão engraçado, eu uso essa palavra para uma infinidade de significados, embora eu acho que me fiz entender...
Chegou a hora mesmo de assumir a responsabilidade pelo que eu quero ou não fazer, pelo que eu tenho vontade de fazer com a minha vida. Não quero dizer com isso que estou fazendo esforço para ser insensível ou indiferente, mas simplesmente aceitei que não vou agradar a todos o tempo todo.
Então é isso. Reconheço meus defeitos, vou buscar melhorá-los. Tenho visto melhor minhas qualidades, vou usá-las mais. Tenho ambições materiais, sim, profissionais também. Mas é tempo de criar algo que perdure, sim. Com os últimos acontecimentos, tenho voltado a pensar mais no amor, em encontrar alguém. Não apenas luxúria, quero dizer, esse lado em mim nunca foi muito desenvolvido. Sinto falta de companheirismo ultimamente, não é engraçado? Ok, não é tão engraçado, eu uso essa palavra para uma infinidade de significados, embora eu acho que me fiz entender...
13 de janeiro de 2011
Oh, my! McFly!
Enquanto eu não recupero minha vontade de fazer posts pessoais, vamos enchendo linguiça. Há alguns meses os meninos da banda britânica McFly causaram sensação ao posar para a revista gay Attitude. Mesmo porque, se eles andam malhando desse jeito, com esses corpaços, porque não mostrar, não é mesmo?
E agora, convidaram o integrante mais gostoso, o baterista Harry Judd, para um novo ensaio. Eles conhecem bem o eleitorado, não tem como negar...
E agora, convidaram o integrante mais gostoso, o baterista Harry Judd, para um novo ensaio. Eles conhecem bem o eleitorado, não tem como negar...
11 de janeiro de 2011
Fica Proibido
Vou reproduzir aqui um texto do Pablo Neruda que acabei de re-ler em um livro. Já tinham me mandado antes, mas é sempre bom, para mim, recordar alguns trechos e colocá-los em prática
Fica Proibido
Fica proibido chorar sem aprender,
levantar-te um dia sem saber o que fazer,
ter medo das tuas lembranças.
Fica proibido não sorrir para os problemas,
não lutar pelo que queres,
abandonar tudo por medo,
não transformar teus sonhos em realidade.
Fica proibido não demonstrar teu amor,
fazer com que alguém arque com suas dívidas e seu mau humor.
Fica proibido deixar teus amigos,
não tentar compreender o que viveram juntos,
telefonar-lhes só quando precisa deles.
Fica proibido não seres tu mesmo diante das pessoas,
fingir diante das pessoas que não te importam,
fazer-te de interessante para que se lembrem de ti,
esquecer todos que te querem bem.
Fica proibido não fazer as coisas por ti mesmo,
não acreditar em Deus e fazer o teu destino,
ter medo da vida e de seus compromissos,
não viver cada dia como se fosse o último.
Fica proibido sentir falta de alguém sem alegrar-te,
esquecer seus olhos, seu riso,
tudo porque seus caminhos deixaram de se cruzar,
esquecer seu pasado e satisfazê-lo com seu presente.
Fica proibido não tentar compreender as pessoas,
pensar que suas vidas valem mais que a tua,
não saber que cada um tem seu caminho e sua sorte.
Fica proibido não criar a tua história,
deixar de agradecer a Deus por tua vida,
não ter um momento para as pessoas que precisam de ti,
não compreender que o que a vida te dá
ela também te tira.
Fica proibido não buscar tua felicidade,
não viver tua vida com uma atitude positiva,
não pensar que podemos ser melhores,
não sentir que sem ti este mundo não seria igual.
Fica Proibido
Fica proibido chorar sem aprender,
levantar-te um dia sem saber o que fazer,
ter medo das tuas lembranças.
Fica proibido não sorrir para os problemas,
não lutar pelo que queres,
abandonar tudo por medo,
não transformar teus sonhos em realidade.
Fica proibido não demonstrar teu amor,
fazer com que alguém arque com suas dívidas e seu mau humor.
Fica proibido deixar teus amigos,
não tentar compreender o que viveram juntos,
telefonar-lhes só quando precisa deles.
Fica proibido não seres tu mesmo diante das pessoas,
fingir diante das pessoas que não te importam,
fazer-te de interessante para que se lembrem de ti,
esquecer todos que te querem bem.
Fica proibido não fazer as coisas por ti mesmo,
não acreditar em Deus e fazer o teu destino,
ter medo da vida e de seus compromissos,
não viver cada dia como se fosse o último.
Fica proibido sentir falta de alguém sem alegrar-te,
esquecer seus olhos, seu riso,
tudo porque seus caminhos deixaram de se cruzar,
esquecer seu pasado e satisfazê-lo com seu presente.
Fica proibido não tentar compreender as pessoas,
pensar que suas vidas valem mais que a tua,
não saber que cada um tem seu caminho e sua sorte.
Fica proibido não criar a tua história,
deixar de agradecer a Deus por tua vida,
não ter um momento para as pessoas que precisam de ti,
não compreender que o que a vida te dá
ela também te tira.
Fica proibido não buscar tua felicidade,
não viver tua vida com uma atitude positiva,
não pensar que podemos ser melhores,
não sentir que sem ti este mundo não seria igual.
6 de janeiro de 2011
Vestiário masculino
Dias de por em prática o que venho lendo e discutindo na terapia. De botar a confiança conquistada a duras penas no trabalho pra funcionar mesmo, e tentar levá-las para outras áreas. Mas aos poucos eu consigo, tem mostrado resultados.
Mudaram os professores de natação da academia (de novo). Apesar da minha mãe ter comentado que a velharada da hidroginástica já está resmungando que eles são ruins (com menos de uma semana no trabalho!), eu até que gostei da dupla, o cara me deu altos toques na aula de hoje, e a menina também foi superatenciosa na de ontem. O pitoresco da academia fica por conta de um detalhe que eu nunca percebi, mas que esses dias tava reparando: nunca fiquei inibido de tirar a roupa no vestiário, tomar banho, me vestir... E isso não é por falta de reparar nos outros corpos expostos, com certeza! Mas tem gente que fica inibida, dá pra perceber. Se enrola todo na toalha, coloca uma cueca à velocidade da luz... Eu acho até que um dos pontos positivos da experiência da academia, o fato de tantos corpos, de idades, tipos e tamanhos diferentes, conviverem no mesmo espaço.
Se tem uma coisa que eu coloco mais do que depressa é o óculos, porque com 4 graus de miopia eu não enxergo é um palmo diante do nariz, ninguém merece. A única coisa que eu fico encanado, mas tenho tentado combater, é achar que as pessoas estão com receio de conviver, ou de ficar no vestiário enquanto eu estou lá. Apesar da saber, conscientemente, que não tem nada a ver, é um reflexo que sempre bate e eu tenho de espantar. Passos pequenos, passos pequenos...
4 de janeiro de 2011
Primeiros passos
Os dois primeiros dias de 2011 transcorreram mais ou menos de acordo com o script. No domingo, cuidar da casa e curtir as últimas horas das merecidas (e curtas, tão curtas!) férias coletivas. Na segunda, depois de ter de me arrastar para fora da cama logo cedo, saí para encarar o mundo aqui fora. Acabei não indo na natação, devido o mau tempo típico de janeiro em São Paulo, mas fica a promessa de ir nesta quarta.
No trabalho, as coisas começaram a andar nos eixos, com a tão aguardada saída do cliente problemático. Será mais uma semana para programar e planejar o ano do que qualquer coisa, mas mesmo assim meu chefe propôs algumas coisas novas, que devem fornecer as mudanças e melhorias na minha situação para o ano.
No começo da tarde tive uma boa conversa com um amigo via MSN, sobre o distanciamento entre nós que venho notando nas últimas semanas. Não chegamos a uma conclusão de fato, nem era esse o propósito da discussão, mas acho que o grande passo dado com essa conversa foi realmente admitir que algumas pessoas fazem diferença em nossa vida - e, mais importante, fazem falta! Pelo menos sem a melancolia de fim de ano para afetar o temperamento (meu temperamento, em grande parte, eu sei), deve ficar mais fácil para acertar os ponteiros. Marcamos um lanche nesta terça, vamos ver como rola o clima até lá.
No trabalho, as coisas começaram a andar nos eixos, com a tão aguardada saída do cliente problemático. Será mais uma semana para programar e planejar o ano do que qualquer coisa, mas mesmo assim meu chefe propôs algumas coisas novas, que devem fornecer as mudanças e melhorias na minha situação para o ano.
No começo da tarde tive uma boa conversa com um amigo via MSN, sobre o distanciamento entre nós que venho notando nas últimas semanas. Não chegamos a uma conclusão de fato, nem era esse o propósito da discussão, mas acho que o grande passo dado com essa conversa foi realmente admitir que algumas pessoas fazem diferença em nossa vida - e, mais importante, fazem falta! Pelo menos sem a melancolia de fim de ano para afetar o temperamento (meu temperamento, em grande parte, eu sei), deve ficar mais fácil para acertar os ponteiros. Marcamos um lanche nesta terça, vamos ver como rola o clima até lá.
1 de janeiro de 2011
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